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Luciano Pires -

Nascido em Sergipe, Zé da Velha (José Alberto Rodrigues Matos) foi influenciado musicalmente pelo pai, alfaiate profissional e flautista e saxofonista amador. Já morando no Rio, aos 15 anos começou a tocar trombone, primeiro de pistão, mais tarde de vara. Logo cedo se enturmou com músicos de gafieira, sambistas e chorões da Velha Guarda, de onde veio o apelido que virou nome artístico. Paralela à atividade de instrumentista, trabalhou em companhias aéreas por mais de 40 anos, até se aposentar.

O trompetista Silvério Pontes, 20 anos mais jovem que Zé da Velha, transita pela área do choro e tocou ao lado de artistas como Luiz Melodia, Tim Maia, Elza Soares e integra o naipe de metais do grupo de reggae Cidade Negra. A parceria entre Silvério e Zé da Velha começou em 1991, e deu tão certo que os dois passaram a se apresentar juntos e em 1995 gravaram o disco “Só Gafieira”, indicado para o prêmio Sharp. Em 1999 veio o segundo CD, “Tudo Dança — Choros, Maxixes, Sambas”, trazendo faixas como “Bole Bole” (Jacob do Bandolim), “O Bom Filho a Casa Torna” (Bonfiglio de Oliveira) e “Pra Machucar Meu Coração” (Ary Barroso). No ano seguinte veio “Ele e Eu”, com repertório de choros e sambas.

O trombonista Zé da Velha e o trompetista Silvério Pontes são dois representantes do que há de melhor na música brasileira. Junta há 21 anos, a dupla já participou de inúmeras gravações importantes, de nomes como Ney Matogrosso, Beth Carvalho, Martinho da Vila e Yamandu Costa. Desde que foi criada, em 2001, a Biscoito Fino – a gravadora que mais vem dando espaço à MPB esquecida pelas multinacionais – já convidou Zé da Velha e Silvério Pontes para vários projetos, entre eles o tributo Ao Jacob, Seus Bandolins, com regravações dos maiores clássicos do chorão.

Jacob do Bandolim, aliás, não é  personagem estranho para Zé da Velha, que tocou com ele e outros gênios do choro como Paulo Moura, Waldir Azevedo e o mestre Pixinguinha.

Mas, sozinha, a dupla gravou pouco. Foram apenas quatro discos, sendo que o primeiro, Só Gafieira, saiu apenas em 1995, pelo selo Kuarup. “No Brasil, quando se toca música instrumental, não acreditam na gente enquanto não gravamos nosso primeiro disco”, lamenta Silvério Pontes, lembrando que, mesmo assim, para o primeiro disco a Kuarup queria apenas a presença de Zé da Velha. “Mas ele bateu o pé e exigiu minha presença. Até hoje esse é o nosso disco mais vendido.”

O mais recente trabalho da dupla é Samba Instrumental, gravado em novembro de 2002 no Teatro Municipal de Niterói e lançado em 2003 por um selo da Prefeitura do município fluminense. O nome do disco já diz tudo. Mantendo seu clima de gafieira característico, Zé da Velha e Silvério Pontes – acompanhados por Charles da Costa (violão), Alessandro Cardoso (cavaquinho), Carlinhos Sete Cordas (violão 7 cordas) e Jacaré, Rodrigo de Jesus, Netinho e Marcelo Pizzotti (percussão) – relêem grandes clássicos do samba em forma de choro.

http://zedavelhaesilveriopontes.blogspot.com/


Zé da Velha e Silvério Pontes

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[youtube]3L1zB6IbHjw[/youtube]