Portal Café Brasil
Como decidi em quem votarei para Presidente
Como decidi em quem votarei para Presidente
Não sei se estou certo, não fui pela emoção, não estou ...

Ver mais

Democracia, Tolerância e Censura
Democracia, Tolerância e Censura
O que distingue uma democracia de uma ditadura é a ...

Ver mais

O dia seguinte
O dia seguinte
Com o aumento considerável do mercado de palestrantes ...

Ver mais

Fact Check? Procure o viés.
Fact Check? Procure o viés.
Investigar o que é verdade e o que é mentira - com base ...

Ver mais

635 – De onde surgiu Bolsonaro?
635 – De onde surgiu Bolsonaro?
O pau tá quebrando, a eleição ainda indefinida e nunca ...

Ver mais

634 – Me chama de corrupto, porra!
634 – Me chama de corrupto, porra!
Cara, que doideira é essa onda Bolsonaro que, se você ...

Ver mais

633 – Ballascast
633 – Ballascast
O Marcio Ballas, que é palhaço profissional, me ...

Ver mais

632 – A era da inveja
632 – A era da inveja
Uma pesquisa de 2016 sobre comportamento humano mostrou ...

Ver mais

LíderCast 128 – Leide Jacob
LíderCast 128 – Leide Jacob
Empreendedora cultural e agora cineasta, que ...

Ver mais

LíderCast 127 – Lito Rodriguez
LíderCast 127 – Lito Rodriguez
Empreendedor, criador da DryWash, outro daqueles ...

Ver mais

LíderCast 126 – Alexis Fonteyne
LíderCast 126 – Alexis Fonteyne
Empresário criativo e agora candidato a Deputado ...

Ver mais

LíderCast 125 – João Amoêdo
LíderCast 125 – João Amoêdo
Decidimos antecipar o LíderCast com o João Amoêdo ...

Ver mais

046 – Para quem vai anular o voto
046 – Para quem vai anular o voto
Fiz um vídeo desenhando claramente o que acontece com ...

Ver mais

Confraria Café Brasil
Confraria Café Brasil
A Confraria Café Brasil nasceu para conectar pessoas ...

Ver mais

Videocast Nakata T02 10
Videocast Nakata T02 10
Videocast Nakata Temporada 02 Episódio 10 - Hábitos ...

Ver mais

Videocast Nakata – T02 09
Videocast Nakata – T02 09
Videocast Nakata - Temporada 02 Episódio 09 Quando ...

Ver mais

Sempre, sempre Godwin
Fernando Lopes
Iscas Politicrônicas
O advogado Mike Godwin criou em 1990 a seguinte “lei” das analogias nazistas: “À medida que uma discussão online se alonga, a probabilidade de surgir uma comparação envolvendo Adolf Hitler ou os ...

Ver mais

É mais fácil seguir o grupo
Jota Fagner
Origens do Brasil
Existe uma crença muito difundida de que a história humana avança em etapas gradativas e que culminará numa revolução transformadora. O tipo de revolução muda conforme o viés ideológico. A ...

Ver mais

Bolsonaro e Transformação Digital
Carlos Nepomuceno
Vivemos o início de Revolução Civilizacional na qual ao se plantar um "pé de cooperativa de táxi" por mais que se tome litros de Design Thinking não nasce nunca um Uber.

Ver mais

O que aprender (ou não) com os headhunters
Mauro Segura
Transformação
Será que os headhunters realmente ajudam (ou não) a nossa carreira? A experiência de Mauro Segura com headhunters pode ajudar a encontrar a resposta para essa pergunta.

Ver mais

Cafezinho 115 – Um voto não vale uma amizade
Cafezinho 115 – Um voto não vale uma amizade
Não gaste sua energia e seu tempo precioso de vida ...

Ver mais

Cafezinho 114 – E se?
Cafezinho 114 – E se?
Mudanças só acontecem quando a crise que sofremos for ...

Ver mais

Cafezinho 113 – Merdades e Ventiras
Cafezinho 113 – Merdades e Ventiras
Conte até dez antes de compartilhar uma merdade

Ver mais

Cafezinho 112 – Como decidi meu voto
Cafezinho 112 – Como decidi meu voto
Meu voto é estratégico, para aquilo que o momento exige.

Ver mais

Wilson Moreira

Wilson Moreira

Luciano Pires -

alt
Wlson Moreira

Wilson Moreira Serra, ou simplesmente Wilson Moreira (Rio de Janeiro, 12 de dezembro de 1936), é um cantor e compositor brasileiro.

Wilson Moreira é um mestre. Sua família, povo do jongo e caxambu, o iniciou no melhor de nossa arte negra. Começou nas escolas de samba de Realengo onde morava. Foi tocar tamborim na Água Branca, que se fundiu posteriormente à Mocidade Independente de Padre Miguel. Já mostrava seu talento artístico, tocava percussão, era passista e fazia suas primeiras composições. Em 1956, Leny Andrade gravou sua primeira música, Antes Assim.

Em 1962 e 63 ganhou os sambas-enredo da escola. Começou a participar de grupos como Os Cinco Só (com Zuzuca, Zito, Jair do Cavaquinho e Velha), que depois mudou de nome para Turma do Ganzá. Com grupo Partido em 5, grava um LP de mesmo nome. Dividia o espaço com bambas como Candeia, Casquinha, Velha e Joãozinho da Pecadora. O disco fez muito sucesso na época. Vendeu tanto que não só gerou duas continuações, como foi motivação suficiente para que o Wilson largasse sua profissão de carcereiro (sic) e se tornasse músico profissional.

A carreira de Wilson começa a deslanchar. Grava os volumes seguintes dos discos Partido em 5 e duas de suas parcerias com Candeia fazem sucesso. Mel e Mamão com Açúcar e Não Tem Veneno, esta última levava a quadra de sua nova escola, a Portela, à loucura quando interpretada.

Quando o Nei Lopes procurava um parceiro para letrar as melodias, o Delcio Carvalho falou para ele: “Vem cá que vou te apresentar um sujeito que põe música até em bula de remédio”. Formava-se então uma das mais geniais duplas da história da música brasileira. Se você gosta de samba, conhece algumas de suas músicas. Como Coisa da Antiga (“Na tina, que vovó lavou/a roupa que mamãe vestiu quando foi batizada”), grande sucesso de Clara Nunes. Goiabada Cascão em Caixa (“Goiabada Cascão em caixa/É coisa fina, sinhá/que ninguém mais acha”), sucesso na voz de Beth Carvalho. A lindíssima Gostoso Veneno (“Esse amor me envenena/mas todo amor sempre vale a pena/desfalecer de prazer/morrer de dor/tanto faz, eu quero mais amor”), gravada por Alcione e que outro dia virou até trilha de novela global. Senhora Liberdade (“Abre as asas sobre mim, ó Senhora Liberdade/ eu fui condenado sem merecimento/por um sentimento/por uma paixão”) que virou hino na campanha das diretas e nos comícios do Lula em 89. Parafraseando o Monarco, se for falar dos sucessos do Wilson, hoje não vou terminar.

A dupla gravou dois discos fundamentais de samba, “A Arte Negra de Wilson Moreira e Nei Lopes” e “O Partido muito Alto de Wilson Moreira e Nei Lopes”. A última vez que os discos foram editados saíram na série de coletâneas Raízes do Samba.

No final dos anos oitenta, a dupla se desfez em discos. Ambos lançaram discos solo que tinham músicas da dupla, mas também contavam com outros parceiros. Wilson fez dois discos especialmente para o mercado japonês produzidos pelo Tanaka, “Peso na Balança” e “Okolofé”. Estes discos contavam com a nata dos instrumentistas brasileiros.

Em 97 acontece um acidente, Wilson sofre um derrame. O mundo do samba se une em show para ajudar seu tratamento. Apesar da fraca divulgação na mídia, o show lotou o Teatro João Caetano no Rio de Janeiro. Mais de 1.000 pessoas aplaudiram extasiadas Paulinho da Viola, Dona Ivone Lara, Nei Lopes, Zeca Pagodinho, Zé Ketti, Nelson Sargento e muitos, muitos outros homenagearem o bamba. Meses depois, ao falar do show, Wilson afirma: “Vencemos a mídia”.

http://www.dicionariompb.com.br/wilson-moreira/

http://cliquemusic.uol.com.br/artistas/ver/wilson-moreira
    
[youtube]4bXwkuMP1rk[/youtube]
[youtube]4hMCbgZJ6ZU[/youtube]
[youtube]V10UvkRU4MY[/youtube]
[youtube]t40or2CGE0c[/youtube]