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Luciano Pires -

José Dias Nunes começou cantando com o nome de Zezinho em parceria com Lenço Verde. A dupla não fez muito sucesso e ele trocou o nome para Palmeira e passou a fazer dupla com Coqueirinho. Posteriormente, passou a chamar-se Zé Mineiro e formou dupla com Tietezinho.

Já Antonio Henrique de Lima iniciou fazendo dupla com Miranda e posteriormente com Zé Carreiro.

A dupla Tião Carreiro e Pardinho formou-se em 1954. A dupla se apresentou em circos e praças públicas. Venceram o torneio de violeiros patrocinado pela Rádio Tupi de São Paulo em 1956 com o cururu “Canoeiro”, de Zé Carreiro. 

A apresentação chamou a atenção de Teddy Vieira, compositor e então da Colúmbia, que os convidou para gravarem um disco. Foi Teddy Vieira quem criou os nomes da dupla, mudando o nome de Carreirinho para Pardinho e o de Tião Mineiro para Tião Carreiro.

No mesmo ano, gravaram seu primeiro disco pela Colúmbia. Era um 78 rpm com as músicas “Urutu cruzeiro” e “Resposta de bombardeio”.

Ainda em 1956, começaram a trabalhar na Rádio Tupi de São Paulo onde permaneceram por seis anos. O primeiro grande sucesso da dupla foi “Cavaleiro do Bom Jesus”, de João Alves, Nhô Silva e Teddy Vieira. Gravaram, também, “Facão do Cristiano”, de Dito Mineiro e Zé Carreiro, e “Boiadeiro feliz”, de Zé Carreiro e Pardinho.

Tião Carreiro é considerado juntamente com Lourival dos Santos o criador do pagode sertanejo, um estilo especial de tocar, dedilhando a viola de 10 cordas, assim como um jeito especial no versejar.

Em 1970, foram os principais intérpretes do filme “Sertão em festa”, de Oswaldo de Oliveira, que ficou 32 semanas em cartaz no Cine Art Palácio em São Paulo.

A dupla separou-se por seis vezes. Uma delas em 1978, iniciando o maior período de afastamento, que terminou quando a dupla se reuniu em 1982, para gravar um novo LP. Gravaram mais de 55 discos com cerca de 700 músicas. Trabalharam nas Rádios Nacional, Record e Globo.

No início dos anos 90, a dupla ainda fazia de três a quatro shows por semana nos Estados de Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais e São Paulo. Em 1991, a dupla separou-se definitivamente.

Tião Carreiro faleceu em 1993, sem conseguir gravar nenhuma música de Luiz Gonzaga, conforme pretendia.

Em 1996, ele foi homenageado no CD “Tião Carreiro e seus amigos”, lançado pela Continental, em que suas músicas foram cantadas por artistas como Sérgio Reis, Zezé di Camargo e Luciano, Irmãs Galvão, Almir Sater e Chitãozinho e Xororó. 

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