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Teoria das janelas quebradas

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Luciano Pires -

Fixing Broken Windows: Restoring Order and Reducing Crime in Our Communities de George L. Kelling e Catherine Coles é um livro de criminologia e sociologia urbana publicado em 1996, sobre crime e estratégias para o conter ou eliminar dos ambientes urbanos.

O livro é baseado num artigo com o título “Broken Windows” de James Q. Wilson e George L. Kelling, que surgiu em março de 1982 no The Atlantic Monthly.

O título provém dos seguintes exemplos:

Considere-se um edifício com algumas janelas quebradas. Se as janelas não são reparadas, a tendência é para que vândalos partam mais janelas. Eventualmente, poderão entrar no edifício, e se este estiver desocupado, tornam-se “ocupantes” ou incendeiam o edifício.

Ou considere-se um passeio. Algum lixo acumula-se. Depois, mais lixo acumula. Eventualmente, as pessoas começam a deixar sacos de lixo.”

Uma estratégia de êxito para prevenir o vandalismo, dizem os autores do estudo, é resolver os problemas quando eles são pequenos. Reparar as janelas quebradas em pouco tempo, dizem os autores, e ver-se-á que os vândalos terão menos probabilidade de estragar mais. Limpar os passeios e a tendência será de o lixo não acumular.

A teoria faz duas afirmações principais: que o crime de pequena escala ou comportamento anti-social é diminuído, e que o crime de grande escala é, como resultado, prevenido. A principal crítica desta teoria foca sobretudo esta última afirmação, que considera não provada.

http://va.mu/IJSk – Teoria das janelas quebradas no Portal da família

http://va.mu/IJSm – Teoria das janelas quebradas no Jus navegandi

http://va.mu/IJSq – Teoria das janelas quebradas – Prof. Jeferson Botelho

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