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Luciano Pires -

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O nheengatu, também conhecido como nhengatu, nhangatu, inhangatu ou língua geral da Amazônia, ou ainda pelo nome latino lingua brasilica, é uma língua do tronco tupi, da família tupi-guarani.

É a língua materna de parte da população cabocla do interior amazônico, além de manter o caráter de língua de comunicação entre índios e não-índios, ou entre índios de diferentes línguas.

Conforme dados de 1998, são cerca de três mil os falantes no Brasil, há outros três mil na Colômbia e dois mil na Venezuela. Vivem nas áreas de Vaupés, do rio Içana e do Rio Negro. É conhecida por outros nomes como yeral, tupi litorâneo, língua geral, moderno tupi, nyengato, nyengatú, ñeegatú, waengatu.

É uma das três línguas oficiais do município de São Gabriel da Cachoeira, estado do Amazonas.

Constitui, ainda, um instrumento de afirmação étnica dos povos que perderam suas línguas, como os Baré, os Arapaço e outros. Há também reduzidos grupos de falantes nas areas limítrofes da Colômbia e Venezuela.

É uma língua artificial que se originou a partir do século XVII no Pará e Maranhão, como lingua franca criada pelos jesuítas portugueses a partir do vocabulário e pronúncia tupinambás, que foram enquadrados em uma gramática modelada na portuguesa. Para conceitos e objetos estranhos à língua emprestaram-se inúmeros vocábulos do português e espanhol. A essa mistura deu-se o nome ie’engatu, que significa “língua boa”.

O nheengatu usa o alfabeto latino devidamente adaptado por missionários à língua. São as cinco vogais tradicionais na forma curta (simples) mais aa, ee, ii, uu (forma longa); Entre as consoantes não existem F, J, L, Q, V, W, Z.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Nheengatu

http://www.etnolinguistica.org/lingua:nheengatu

http://www.omniglot.com/writing/nheengatu.htm

http://tupi.wikispaces.com/nheengatu