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Nelson Ayres

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Luciano Pires -

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Nelson Ayres

Nelson Luís Ayres de Almeida Freitas, mais conhecido como Nelson Ayres (São Paulo, 14 de janeiro de 1947) é um pianista, compositor e maestro brasileiro que atuou ou gravou com Dizzy Gillespie, Benny Carter, Milton Nascimento, César Camargo Mariano, Chico Buarque, Dori e Nana Caymmi, entre outros. Como diretor musical, compositor, e arranjador de peças de teatro e balés (Cidadão Corpo, de Ivaldo Bertazzo), Ayres foi premiado várias vezes. Ele também já tinha trabalhado como arranjador e maestro da Orquestra Jazz Sinfônica.

Filho de pianista, ele se tornou fascinado por Luiz Gonzaga aos cinco anos, quando foi presenteado com seu primeiro instrumento, um acordeão. Aos doze, quando se matriculou no conservatório de São Paulo, ele optou pelo piano, nunca seguindo o rígido aprendizado clássico. Mesmo quando estudou com Paul Ursbach de 1959 até 1962, continuou no mesmo ritmo.

Em 1961 passou a integrar a São Paulo Dixieland Band onde permaneceu até 1968; antes participou da gravação do álbum da banda em 1963. Ele começou sua carreira como arranjador de canto vocal em 1968 e foi diretor musical da peça “Chiclete com Banana” (dirigido por Augusto Boal). Em 1969, ele foi para o EUA estudar na Berklee School em Boston; junto com Victor Assis Brasil: os dois foram pioneiros.

Ele trabalhou como pianista e arranjador acompanhando Astrud Gilberto e trabalhou na banda de Airto Moreira nos shows ao vivo e na gravação do álbum “Free”. Voltando de Berklee, ele foi procurado por músicos profissionais como Hector Costita, Amílson Godoy e Roberto Sion que estavam ansiosos para adquirir informações de jazz, numa época em que o jazz não era popular nas escolas de música no Brasil.

Os encontros informais renderam arranjos escritos e improvisações; daí surgiu a “Nelson Ayres Big Band”, composta por cinco saxes, quatro trompetes, e quatro trombones. Eles ensaiaram uma vez por semana no bar Opus 2000 até que a banda ganhou entrosamento e repertório. A banda permaneceu ativa durante oito anos, de 1973 a 1981.

Ao mesmo tempo, ele e outros integrantes da banda começaram a ensinar na Fundação de Artes de São Caetano, de onde vários estudantes membros da futura Banda Mantiqueira. O arranjo dele para “Como” um Ladrão” (Carlinhos Vergueiro) ganhou lugar primeiro no Festival Abertura (Rede Globo).

Ayres gravou seu primeiro álbum solo em 1979 na série MPBC da Philips. No mesmo ano, ele coordenou e atuou no I Festival de Jazz de São Paulo. Dois anos depois, ele gravou um segundo álbum solo, “Mantiqueira” pelo “Som da Gente”. Quando ainda trabalhava com a big band, Ayres tinha que lidar com os problemas comuns de um grupo com muitos músicos, havendo muitas ausências e substituições.

A solução foi montar um conjunto menor, se juntando a Rodolfo Stroeter (baixo) e Azael Rodrigues (bateria), no bar Lei Seca em São Paulo, refúgio de boêmios e músicos. Logo Roberto Sion(sax) se uniu ao grupo e Hector Costita veio logo depois. Então, eles decidiram assumir o grupo, criando a banda “Pau Brasil”, nome dado por Rodolfo em razão do Manifesto antropofágico de Oswald de Andrade.

Enquanto os grupos instrumentais brasileiros estavam influenciados por um jazz pop, o Banda Pau Brasil investiu dentro da música brasileira. A banda gravou três álbuns e antes de Ayres sair, eles excursionaram pela Europa e Japão.

Em 1985, Ayres foi convidado por César Camargo Mariano a fazer parte do projeto Prisma, que consistia em ter dois tecladistas à frente de enorme parafernália eletrônica. Foi a primeira iniciativa nesse sentido no Brasil, fazendo com que excursionassem pelo país durante dois anos.

Em 1998, Ayres presidiu o júri do Primeiro Prêmio de Visa de Música Instrumental, que teve como vencedores André Mehmari e Célio Barros. Desde 1992, Nelson Ayres tem sido o maestro e o diretor artístico da Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo.

http://www.nelsonayres.com.br/

http://va.mu/Ogoy – Nelson Ayres no e-jazz

http://www.myspace.com/ayresnelson

http://www.dicionariompb.com.br/nelson-ayres

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