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Mirabeau

Mirabeau

Luciano Pires -

Mirabeau (Mirabeau Pinheiro), compositor e instrumentista, nasceu em Alegre/ES em 31/07/1924 e faleceu em Niterói/RJ, em 07/10/1991.

Ainda criança, mudou-se para Niterói, onde aprendeu o ofício de alfaiate. Filho de músico, herdou do pai a vocação artística, logo começando a compor, ao mesmo tempo em que atuava como baterista em conjuntos de boate.

No início da década de 1950, conheceu a cantora Carmen Costa, que gravou 33 músicas de sua autoria. Foi por intermédio da voz dela que se tornou conhecido, alcançando o auge de sua carreira no período de 1953 a 1956.

Milton de Oliveira e Castro

Milton de Oliveira, compositor, nasceu no Rio de Janeiro RJ em 25/1/1916 e faleceu em 12/12/1986. Criado no bairro de São Cristóvão, ande cursou até o terceiro ano ginasial, começou a trabalhar numa papelaria e tipografia aos 12 anos de idade. Aos 16, era auxiliar de revisão no jornal A Nação. Por essa época fez sua primeira composição, o samba Já mandei meu bem. Conhecendo Murilo Caldas, irmão de Sílvio Caldas, entrou por seu intermédio para o meio artístico em 1934, ano em que o cantor Jaime Vogeler gravou na Odeon o samba És louca (com Djalma Esteves).

Em 1937 compôs com Max Bulhões os sambas Sabiá laranjeira e Não tenho lágrimas, ambos gravados por Patrício Teixeira. O segundo foi um de seus maiores êxitos, tendo tido mais de cinqüenta gravações, inclusive no exterior, por Nat King Cole, Xavier Cugat e outros. No ano seguinte, com Haroldo Lobo, seu principal parceiro, obteve o primeiro lugar no concurso da prefeitura carioca com a música Juro, cantada por J. B. de Carvalho.

Em 1940 foi sucesso a marcha O passarinho do relógio, interpretada por Araci de Almeida, que no Carnaval do ano seguinte gravou Passo do canguru (ambas com Haroldo Lobo). No mesmo ano destacou-se ainda O bonde do horário já passou (com Haroldo Lobo), lançada por Patrício Teixeira, e no ano seguinte, A mulher do leiteiro ( com Haroldo Lobo), lançado por Araci de Almeida.

Em 1945, Linda Batista gravou a valsinha Baile na roça, um de seus sucessos fora do Carnaval. Em 1946, Vou sambar em Madureira (com Haroldo Lobo) foi gravado por Jorge Veiga. Foi um dos fundadores da SBACEM, onde foi fiscal até 1957.

Em 1947 Jorge Veiga gravou a marcha antes censurada, Eu quero é rosetar (com Haroldo Lobo), um de seus inúmeros êxitos carnavalescos. Em 1948 obteve, com Haroldo Lobo, o segundo lugar em concurso com Não vou morrer, cantado por Jorge Veiga e, um ano depois, compuseram mais dois sucessos: Quem chorou fui eu, interpretado também por Jorge Veiga, e O passo da girafa, gravação de Araci de Almeida.

Em 1951, foi sucesso da dupla em todo o Brasil Pra seu governo, que obteve o primeiro lugar no concurso carnavalesco carioca em gravação de Gilberto Milfont. Três anos depois, foi lançada por Jorge Veiga a marcha A história da maçã, novo êxito em parceria com Haroldo Lobo. Walter Levita gravou em 1960 A Maria tá e no ano seguinte Índio quer apito (ambos com Haroldo Lobo). Em 1964 Ari Cordovil fez sucesso com Pistoleira (com Haroldo Lobo). É considerado o criador da caitituagem, isto é, da promoção de suas músicas em rádios.

http://cifrantiga3.blogspot.com/2006/04/milton-de-oliveira.html