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Luciano Pires -

Filho do desembargador Baltasar da Nóbrega e sobrinho de um chanceler-mor do Reino (segundo «Aventura Feliz, de Henrique Maria dos Santos, p. 119, Evora, 1999.) Estudou durante quatro anos na Universidade de Salamanca e se transferiu para a Universidade de Coimbra, bacharelando-se em direito canônico e filosofia em 1541. Recebeu o grau de bacharel em cânones das mãos do Dr. Martim de Azpilcueta Navarro, tio do padre João de Azpilcueta Navarro, e seu mestre do 5º ano, que dele diria – «O doutíssimo padre Manuel da Nóbrega, a quem não há muito conferimos os graus universitários, ilustre pela sua ciência virtude e linhagem».

Estimulado pelo mestre, chegou a se inscrever para Lente da Universidade, fez prova escrita mas na leitura do trabalho ao auditório percebeu-se ser gago. O defeito na fala o impediu de ser nomeado professor da Universidade. Mais tarde prestou concurso outra vez e outra vez não obteve a cátedra por gagueira.

Aos 27 anos, foi ordenado pela Companhia de Jesus (1544), fazendo-se pregador. Viajou por Portugal, Galiza e o resto da Espanha na pregação do Evangelho. Surpreendido com o convite do rei D. João III, embarcou na armada de Tomé de Sousa (1549). Chegaram à Bahia em 29 de março de 1549 e, celebrada a primeira missa, ter-se-ia voltado para seus auxiliares e dito: «Esta terra é nossa empresa.»

Foi dele amigo e conselheiro, como também o foi de Mem de Sá, a serviço da Coroa, com a missão de dedicar-se à catequese dos indígenas na colonização do Brasil. Chegaram com ele os jesuítas Leonardo Nunes, João de Azpilcueta Navarro, Antônio Pires e os irmãos jesuítas Vicente Rodrigues e Diogo Jácome.

Assim que aportou deu início ao trabalho de catequese dos indígenas, desenvolvendo uma intensa campanha contra a antropofagia existente entre os nativos e ao mesmo tempo combatendo a sua exploração pelo homem branco. Participou da fundação das cidades do Salvador e do Rio de Janeiro e também na luta contra os franceses como conselheiro de Mem de Sá.

Seu maior mérito, além de constantes viagens por toda a costa, de São Vicente a Pernambuco, foi estimular a conquista do interior, ultrapassando e penetrando além da Serra do Mar. Foi o primeiro a dar o exemplo, ao subir ao planalto de Piratininga, para fundar a vila de São Paulo que viria a ser o ponto de penetração para o sertão e de expansão do território brasileiro. A pequena aldeia dos jesuítas tornou-se a mais importante cidade de hemisfério sul.

Segundo Henrique dos Santos, em «Aventura Feliz», p. 126, Nóbrega visitou pela primeira vez o planalto de Piratininga em companhia do Padre Manuel de Paiva, primo de João Ramalho, e o irmão Antonio Rodrigues. Na companhia de André Ramalho, filho de João Ramalho, percorreu os campos à procura e escolha do local onde viria a fundar a casa e escola dos Jesuítas: escolheu o Inhapuambuçu, hoje no pátio do Colégio. A primeira missa foi ali rezada por Nóbrega em 29 de agosto de 1553, fazendo cerca de 50 catecúmenos entregues à doutrinação do irmão Antonio Rodrigues.

Juntou-se em 1563 a José de Anchieta, desembarcado no Brasil como noviço em 1553, no trabalho de pacificação dos Tamoios em Iperoig, que retiraram apoio aos invasores franceses, finalmente derrotados.

Acompanhando a expedição de Estácio de Sá, encarregado de fundar uma cidade, São Sebastião do Rio de Janeiro, de cuja fundação participou, ali construiu um colégio jesuíta.

Foi Nóbrega quem solicitou ao rei de Portugal, Dom João III, a criação da primeira diocese no Brasil, em conseqüência desse pedido, Dom Pero Fernandes Sardinha, primeiro bispo do Brasil, foi enviado para Salvador. Em 1558, convenceu o governador Mem de Sá a baixar “leis de proteção aos índios”, impedindo a sua escravização.

Foi nomeado o primeiro provincial da Companhia de Jesus, no Brasil, mas faltando-lhe a saúde foi substituído pelo padre Luís da Grã.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Manuel_da_Nóbrega

http://www.sampa.art.br/biografias/manuelnobrega/


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