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Luís Vagner

Luís Vagner

Luciano Pires -

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Luís Vagner Dutra Lopes (Bagé, 20 de abril de 1948) é cantor, compositor e instrumentista brasileiro.

Nascido e criado numa família ligada à música (seu pai, Vicente Lopes, era músico da orquestra Copacabana Serenaders, e seu avô, Romario Lopes Brasil , além de fotógrafo, era flautista), Luís Vagner logo cedo teve contato com a música. Seu primeiro violão foi presente do avô e desde então procurou seu próprio caminho, após receber influências de todo o tipo de música.

O que no entanto foi marcante para sua escalada musical foi a descoberta do rock, ao ver o filme No balanço das horas, um dos marcos do estilo no Brasil. Começou a compor algumas músicas.

Em 1968, Os Brasas gravam seu único disco, com composições próprias. Nesse mesmo ano, o cantor niteroiense Ronnie Von grava a música Sílvia, 20 horas domingo, de autoria de Luís Vagner e Tom Gomes.

Em 1969, com o fim dos Brasas, Luís Vagner começou então a trabalhar em estúdios como músico e produtor. Participou de alguns álbuns (como o disco da banda de soul Os Diagonais, de onde saiu o cantor e compositor paraibano Cassiano) e suas músicas foram gravadas por artistas como o cantor carioca Wilson Simonal e os irmãos vocais do Trio Esperança.

Em 1971, participou do disco Vida e Obra de Johnny McCartney, do cantor e guitarrista potiguar Gileno (ex-parceiro de Lílian Knapp, na famosa dupla jovem-guardista Leno e Lílian), disco que viria a ser o primeiro gravado em 8 canais no Brasil.

Em 1972, compôs uma de suas mais marcantes canções, Como?, gravada pela primeira vez pelo cantor e compositor pernambucano Paulo Diniz e posteriormente por muitos cantores brasileiros, entre eles o compositor e violonista paulistano de samba-rock Bebeto.

Em 1973, escreveu mais uma música que faria um grande sucesso: trata-se de Camisa 10, parceria com o compositor carioca Hélio Matheus, lançada pelo sambista santista Luiz Américo, que se tornou um hino futebolístico, graças à performance da Seleção Brasileira de Futebol daquele ano.

De 1989 a 1991, músico e produtor se instalam na cidade de Vaux Sur Senne, uma pequena vila distante 40 km de Paris. Com uma base montada na pequena ilha, se associam à jornalista francesa Michéle Pelé e iniciam uma fase de muitos shows pela França.

Voltando ao Brasil em 1992, estréia um show no Aeroanta onde recebe a Banda The Wailers. Realiza uma série de shows por praças publicas em São Paulo e inicia a produção de “Vai dizer que não me viu …”, lançado em 1994 pelo selo independente DAAZ, finalizando mais um ciclo muito produtivo de sua carreira.

Luis Vagner volta à antiga parceria com o produtor Nilton Ribeiro e grava pela Paradoxx “Brasil Afrosulrealista”, com a presença constante do reggae e “Swingante” onde retorna ao samba-rock.

Em 2001, com a volta do samba-rock ao cenário musical, conseguiu nova projeção e se apresentou em diversas casas em São Paulo e Porto Alegre. Nessas ocasiões, foi freqüente a participação especial da banda paulistana Clube do Balanço, que teve em seu disco de estréia três músicas do guitarreiro (que participou inclusive da gravação do disco): “Saudade de Jackson do Pandeiro” (com Bedeu), “Trilha guitarreira” (com o guitarrista e compositor paulistano Marco Mattoli, líder da banda Club do Balanço e “Segura a nêga” (com Bebeto). Na faixa “Falso amor”, de Bedeu, divide vocais com Mattoli.

Atualmente, mora em São Paulo e continua na ativa, como cantor, compositor e músico.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Luís_Vagner

http://cliquemusic.uol.com.br/artistas/ver/luiz-vagner

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