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Levino Ferreira

Levino Ferreira

Luciano Pires -

Levino Ferreira (2/12/1890 Bom Jardim –  9/1/1970 Recife), foi um compositor e instrumentista pernambucano.

Aos oito anos de idade começou a apresentar-se na banda do maestro Tadeu, tocando trompa. Mais tarde aprendeu a executar outros instrumentos de sopro e todos os instrumentos da banda, passando a substituir automaticamente qualquer componente que faltasse aos ensaios ou apresentações.

Em 1910, com 20 anos de idade e já reconhecido como exímio instrumentista, transferiu-se para a cidade de Queimados, atualmente Orobó, em Pernambuco, para assumir o cargo de mestre da banda da cidade. Atuou ainda na mesma década, como mestre da banda Vinte e Dois de Setembro, recebendo em decorrência disso diversos convites para organizar e dirigir bandas em cidades do interior pernambucano. Nesse período começou a compor músicas para o carnaval, embora não apresentasse ainda as influências do frevo.

Em 1919, fez sua primeira viagem a Recife. Durante toda a década de 1920 e até meados da década seguinte, percorreu diversas cidades do interior pernambucano, apresentando-se em festas e dirigindo bandas, como a de Limoeiro.

Já no começo da década de 1930, suas composições começaram a se tornar conhecidas em Recife, uma vez que eram editadas pela Casa de Música Azevedo Júnior.

Em 1935, aos 45 anos, a convite do maestro Zumba, mudou-se para Recife. No mesmo ano, teve seu frevo “Satanás na onda” escolhido como vencedor do Concurso de Frevos do Recife, sendo, em seguida, gravado pela Orquestra Odeon. Seus frevos passaram a ser cantados por quase todos os blocos e clubes carnavalescos da capital de Pernambuco. Passou a ser conhecido como Maestro Vivo.

Em 1937, teve sua composição “Diabinho de saia” gravada para o carnaval pela Orquestra Diabos do Céu. Trabalhou em diversas rádios recifenses, fazendo parte da Orquestra da Rádio Clube de Pernambuco e da Orquestra Sinfônica do Recife. Integrou ainda o conjunto Ladário Teixeira, do maestro Felinho, como saxofonista e trompetista.

Em 1946 teve o frevo “Entra na fila” gravado por Zaccarias e sua orquestra. Em 1951, ingressou na Rádio Tamandaré, onde foi chefe de orquestras e conjuntos.

Em 1970, ano de seu falecimento, a prefeitura do Recife e a Empresa Metropolitana de Turismo criaram o Troféu Levino Ferreira, destinado a homenagear os clubes sociais de Recife.

Em 1971, recebeu postumamente a Medalha do Mérito da Cidade de Recife. Além dos frevos, compôs valsas, dobrados, maracatus, choros e música sacra.

Na música erudita, sua maior obra é a “Dança do cavalo-marinho”, composta para a Orquestra Sinfônica do Recife e conhecida internacionalmente, tendo sido executada na França e na Inglaterra. Entre diversos instrumentos, tocava também clarineta e pistom. Foi escolhido pelos fundadores do Centro da Música Carnavalesca de Pernambuco como patrono do Museu do Frevo que recebeu o seu nome.

Em janeiro de 2008, teve dois de seus frevos relançados pela Spok Frevo Orquestra, no CD “Passo de anjo ao vivo”, gravado ao vivo no Teatro Santa Isabel, na cidade de Recife: “Último dia”, que contou com a participação especial de Armandinho Baiano, e “Lágrima de folião”, que teve a participação de Léo Gandelman.

http://va.mu/EWBg – Levino Ferreira no Cifrantiga

http://va.mu/EWCo – Levino Ferreira no jornal O Nordeste

http://va.mu/EWDU – Levino Ferreira no jornal russo Pravda – edição em português


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