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John Kennedy

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Luciano Pires -

Era filho de uma rica família católica, ligada ao Partido Democrata. Alistou-se na Marinha quando da entrada americana na Segunda Guerra, seguindo para o Pacífico em 1943. Ferido quando a lancha-torpedeira que comandava foi afundada pelos japoneses nas ilhas Salomão, conseguiu salvar sua tripulação, foi condecorado e fez questão de voltar ao serviço ativo.

Em 1946 iniciou a carreira política, como deputado, e defendeu reformas sociais destinadas a proteger os setores menos favorecidos da população.

Em 1952 elegeu-se senador pelo estado de Massachusetts e, no ano seguinte, casou com Jacqueline Lee Bouvier, que complementaria a imagem pública do futuro chefe de estado.

Em 1960, tornou-se o 35º presidente dos Estados Unidos, o mais jovem da história e o primeiro católico a ocupar o cargo, depois de vencer por pequena margem o candidato republicano, Richard Nixon.

Kennedy apoiou uma expedição de cubanos exilados contra Cuba, no famoso episódio da invasão da baía dos Porcos, que resultou num grande fracasso.

Quando, em 1962, se soube que a União Soviética instalara mísseis atômicos em Cuba, Kennedy pressionou, mesmo com o risco de provocar uma guerra nuclear, para que os mísseis fossem retirados e conseguiu o seu objetivo. No ano seguinte, assinou o tratado de proscrição de testes nucleares com o Reino Unido e a União Soviética.

Outra realização em política internacional foi a criação da chamada Aliança para o Progresso, organização de ajuda aos países da América Latina.

O envolvimento no Vietnã cresceu perigosamente em seu governo: se em 1960 o número de assessores militares americanos naquele país era de 900, no fim de 1962 já eram 11.000. O irmão Robert Francis, que ocupou o cargo de secretário de Justiça em seu governo, o ajudou a impor medidas contra o racismo, o que lhe valeu o apoio dos negros e da população de origem latino-americana. Durante seu mandato, a Casa Branca se caracterizou pelo alto nível intelectual e social das pessoas que cercavam o presidente e a primeira-dama.

Em 22 de novembro de 1963, uma sexta-feira, durante uma visita à cidade texana de Dallas – com o objetivo de consolidar a unidade do Partido Democrata – o Presidente Kennedy foi atingido fatalmente por duas balas, uma na garganta e outra na cabeça. Os tiros supostamente foram disparados por Lee Harvey Oswald, segundo a conclusão a que chegou a Comissão Warren, que investigou o crime.

Décadas depois, porém, essa versão oficial ainda era contestada por alguns, que viam no episódio sinais de uma conspiração. Oswald foi assassinado dois dias mais tarde. A Comissão Warren foi incumbida de investigar o crime. Todas as provas obtidas pelos investigadores incriminavam um certo Lee Harvey Oswald.

Segundo Mark Lane – advogado que conheceu bem o presidente Kennedy, estuda seus assassinato há mais de 20 anos e que colheu informações de pessoas íntimas de Oswald na época em que ele servia a Marinha, em Truro, na Califórnia – Oswald era um agente secreto. Era o único fuzileiro que sabia russo e que teve acesso a informações secretas interessantes para os soviéticos, como os dados sobre os aviões U2 .

Mark Lane assegura que Oswald foi enviado à União Soviética para ser visto como comunista. Considerado lá um desertor, Oswald volta para os Estados Unidos com uma esposa russa e é readmitido sem problemas. Foram programados contatos entre ele e um agente da KGB, no México.

Durante o inquérito da Comissão Warren, a CIA declarou que Oswald tinha contatos com esse agente soviético, sendo possivelmente um agente comunista. Oswald parecia o acusado perfeito, só que não chegou a ser julgado. Foi assassinado – dois dias depois de ser preso – por Jack Ruby, membro da CIA, em Dallas. Aparentemente, Ruby também trabalhava para a Máfia americana.

Na opinião da Comissão Warren, Ruby tinha silenciado a testemunha-chave do caso. Há quem diga que Kennedy foi morto devido ao seu posicionamento na guerra do Vietnã. Muitos americanos apoiavam a intervenção militar nesse país.

Em setembro de 1963, Kennedy anunciara sua intenção de retirar as tropas americanas do Vietnã antes do final do ano seguinte. Essa política foi revertida por Lyndon Johnson assim que se tornou presidente. Johnson enviaria mais de quatrocentos e cinqüenta mil reforços para o Vietnã.


John Kennedy

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