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Jair Bolsonaro

Jair Bolsonaro

Luciano Pires -

Ele cumpre sua sexta legislatura na Câmara dos Deputados do Brasil, eleito pelo Partido Progressista. É pai de Carlos Bolsonaro, vereador carioca e Flávio Bolsonaro, deputado estadual fluminense, ambos do PP. É titular da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional e da de Segurança Pública Combate ao Crime Organizado; é suplente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados. Já foi filiado ao Partido Democrata Cristão, Partido Progressista Renovador, Partido Progressista Brasileiro, Partido Trabalhista Brasileiro, Partido da Frente Liberal e atualmente faz parte do Partido Progressista.

Ganhou notoriedade nacional após ser associado por diversos veículos de imprensa a questões polêmicas, como homofobia, preconceito racial, sexismo, cotas raciais e defesa da tortura e do regime militar no Brasil, sendo classificado por alguns órgãos de imprensa como representante da extrema-direita brasileira.

Bolsonaro cursou a Escola Preparatória de Cadetes do Exército e em seguida a Academia Militar das Agulhas Negras, turma de 1977. Integrou a Brigada de Infantaria Pára-quedista, onde especializou-se em paraquedismo. Posteriormente também desenvolveu-se em mergulho autônomo.

Em 1986, já capitão, foi preso por quinze dias por liderar manifestação por melhoria dos soldos, sem a autorização de seus superiores, caracterizando um ato de indisciplina e imoralidade. Seria absolvido pelo Supremo Tribunal Militar dois anos depois. Também foi intitulado pelo Gal. Leonidas Pires como um indigno de um oficial do exército, devido à sua postura problemática e à indisciplina na carreira.

Em 1988 entrou na vida publica elegendo-se vereador da cidade do Rio de Janeiro pelo PDC. Nas eleições de 1990, pelo mesmo partido, elegeu-se deputado federal. Seguiriam-se outros quatro mandatos seguidos. Pertenceu ao PPR (1993-1995), PPB (1995-2003), PTB (2003-2005), PFL (2005), e desde 2005, é filiado ao PP.

Ficou conhecido por suas idéias de cunho nacionalista, conservador, criticando fortemente o comunismo e a esquerda, condenando a homossexualidade e por declarações polêmicas. Bolsonaro defende abertamente o regime militar instalado no Brasil em abril de 1964.

É representante de parcela das Forças Armadas brasileiras na Câmara dos Deputados e defende recomposição salarial dos militares.

Em 2000, Jair Bolsonaro defendeu, numa entrevista à revista Isto é, a utilização da tortura em casos de tráfico de droga e seqüestro e a execução sumária em casos de crime premeditado. Bolsonaro justifica o uso da tortura pois, segundo ele, “O objetivo é fazer o cara abrir a boca. O cara tem que ser arrebentado para abrir o bico.” Bolsonaro foi criticado pelos meios de comunicação, por políticos e pelo Grupo Tortura Nunca Mais, sobretudo depois de ter afixado na porta de seu escritório um cartaz que dizia aos famíliares dos desaparecidos da ditadura militar “quem procura osso é cachorro”. Segundo o Grupo Tortura Nunca Mais, “Lembramos que há uma outra denúncia contra o mesmo deputado na Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, assinada por todas as entidades que estiveram presentes no Encontro dos Anistiados, junto com um vídeo (CD) que mostra Jair Bolsonaro saindo do Clube Militar do Rio de Janeiro, dizendo: “Nós não devíamos só torturar. Devíamos torturar e matar.”

O deputado federal é conhecido por suas alegações de que a ditadura militar brasileira teria sido um período glorioso da história do Brasil. Segundo carta do deputado publicada no jornal Folha de São Paulo, foram “20 anos de ordem e progresso”. O deputado também disse, em entrevista ao CQC, se espelhar nos presidentes do regime militar, sentindo falta “do respeito, da família, da segurança e da ordem pública e das autoridades que exerciam autoridade sem enriquecer”. De acordo com a entrevista de 2000 dada à Isto é, Bolsonaro ainda defende a censura.

Em entrevista ao programa CQC, no dia 28 de março de 2011, Bolsonaro esclareceu suas visões políticas e sociais. Ele relatou que se espelha no governo ditatorial militar e que sente saudades dos presidentes Médici, Geisel e Figueiredo, todos governantes do regime. Também se posicionou a favor do possível desenvolvimento de uma bomba atômica no país.

Ele se manifestou dizendo que “daria uma porrada”, caso visse o seu filho fumando maconha.

Sobre a questão da homossexualidade se posicionou contra os movimentos que fazem “apologia” a homossexualidade e bissexualidade. Disse que seu filho, com “boa educação e um pai presente”, “não corre o risco” de se tornar homossexual. Ele também disse que desfiles gays são “promoção de maus costumes”.

Ao ser perguntado pela cantora Preta Gil sobre o que faria se seu filho caso apaixonasse por uma garota negra, Bolsonaro disse que “não discutiria promiscuidade” e que “não corre esse risco porque seus filhos foram muito bem educados”, uma das declarações que mais causou polêmica na entrevista. No dia seguinte, ele afirmou que a resposta a Preta Gil havia sido um “mal entendido”. A cantora disse que entrará com uma representação no Ministério Público contra Bolsonaro por homofobia e preconceito racial. A OAB-RJ anunciou que encaminhará pedido de cassação do mandato de Bolsonaro por quebra de decoro parlamentar, justificando que as declarações do deputado do Partido Progressista são “inaceitavelmente ofensivas pois têm um cunho racista e homofóbico, incompatível com as melhores tradições parlamentares brasileiras”.

Na quarta-feira seguinte ao programa, Bolsonaro declarou que “está se lixando para esse pessoal”, referindo-se a movimentos homossexuais. Em resposta aos protestos contra Bolsonaro, seus filhos, Carlos e Flávio Bolsonaro, respectivamente vereador e deputado estadual pelo PP-RJ, justificaram dizendo que a última declaração dada na entrevista, em que classificou o namoro inter-racial como uma “promiscuidade”, pode ter sido mal interpretada por um erro na edição feita pelo programa. Eles também disseram, tentando defender as declarações contra homossexualidade na família, que ser homossexual não é o “normal”, que apenas uma minoria tem esse posicionamento e que a maioria dos brasileiros pensa como Jair Bolsonaro, defendendo a integridade da família e a segurança. O próprio Bolsonaro justificou-se alegando que pensou que a pergunta fosse sobre o relacionamento de seu filho com um homossexual. Os filhos de Bolsonaro consideram como “oportunistas” todas as pessoas que acusam o deputado de ser homofóbico e racista, eles mostram-se completamente a favor do pai e afirmam que têm as mesmas opiniões do deputado. Bolsonaro se defende dizendo que foi entrevistado por um computador e diz que não entendeu a última pergunta da entrevista.

http://www.bolsonaro.com.br/jair/

http://pt.wikipedia.org/wiki/Jair_Bolsonaro


Jair Bolsonaro

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