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Fernando Brant

Fernando Brant

Luciano Pires -

Parceiro de Milton Nascimento, Wagner Tiso, Márcio Borges, Nivaldo Ornelas, Toninho Horta e Paulo Braga. Na década de 60, na cidade de Belo Horizonte participou do movimento musical, Clube da Esquina. Compondo com Milton teve mais de 200 canções gravadas: “Travessia”, Maria, Maria, Planeta blue, Promessas do sol, O vendedor de sonhos, Canção da América, Saudade dos aviões da Panair (Conversando no Bar), Encontros e despedidas, Nos bailes da vida e San Vicente, dentre muitas outras.

Com Travessia, parceria com Milton Nascimento, ganhou o segundo lugar no II Festival Internacional da Canção do Rio de Janeiro. De lá para cá compôs mais de trezentas canções com vários parceiros. Criou roteiros e letras para balés, teatros e trilhas de filmes nacionais e novelas. Criou com Tavinho Moura o musical brasileiro Fogueira do Divino.

Formado em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais. Atuou como repórter da sucursal mineira da revista “O Cruzeiro”. Na década de 1960, conheceu Milton Nascimento, com quem viria a iniciar uma fértil parceria.

Em 1967, participou do II Festival Nacional da Canção (TV Globo) com três canções escritas em parceria com Milton Nascimento: “Morro velho”, “Maria minha fé” e “Travessia”. Essa última foi classificada em 2º lugar no evento, em interpretação do próprio Milton Nascimento, que a registrou em seu primeiro LP lançado nesse ano. Em 1968, participou do IV Festival de Música Popular Brasileira (TV Record), com a canção “Sentinela” (c/ Milton Nascimento), defendida por Cynara e Cybele.

Seguiram-se inúmeras canções em parceria com Milton Nascimento, registradas nos discos desse compositor e cantor, como “Outubro”, “Beco do Mota”, “Sunset Marquis 333 Los Angeles” e “Rosa do ventre”.

Em 1970, escreveu (c/ Milton Nascimento) a trilha sonora de “Tostão, a fera de ouro”, curta-metragem de Ricardo Gomes Leite e Paulo Laender, com destaque para a canção “Aqui é o país do futebol”. Ainda nesse ano, Milton Nascimento gravou outras canções de sua autoria, como “Para Lennon e McCartney” (c/ Lô Borges e Marcio Borges) e “Durango Kid” (c/ Toninho Horta).

Em 1972, suas composições “San Vicente” e “Ao que vai nascer”, ambas em parceria com Milton Nascimento, e “Paisagem na janela” (c/ Lô Borges) foram incluídas no histórico LP “Clube da Esquina” , de Milton Nascimento e Lô Borges.

Dois anos depois, o disco “Milagre dos peixes”, de Milton Nascimento, registrou novamente a parceria dos dois compositores na faixa-título e na canção “Escravos de Jó”.

Considerado o principal letrista de Milton Nascimento, continuou trabalhando com o parceiro durante as décadas de 1980 e 1990. Com mais de 200 canções gravadas, a dupla registrou inúmeros sucessos, como “Maria, Maria”, “Planeta blue”, “Promessas do sol”, “O vendedor de sonhos”, “Canção da América”, “Saudade dos aviões da Panair (Conversando no Bar)”, “Encontros e despedidas”, “Nos bailes da vida” e “San Vicente”, além dos já citados.

Em 1998, as canções “Janela para o mundo” e “Louva-a-deus” (c/ Milton Nascimento), fizeram parte do repertório de “Nascimento”, disco premiado com o Grammy desse ano.

Em 2000, trabalhou no musical “Fogueira do divino”, para o qual escreveu 20 letras inéditas, que receberam arranjos musicais de Nivaldo Ornellas e Tavinho Moura.

http://goo.gl/c467A – Fernando Brant – Museu da pessoa


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