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Deng Xiaoping, (22 de agosto de 1904 –  19 de fevereiro de 1997) foi o secretário-geral do Partido Comunista Chinês (PCC), sendo, de fato, o líder político da República Popular da China entre 1978 e 1992. É o criador do chamado socialismo de mercado, regime vigente na China moderna.

Em 1919, Deng formou-se na Escola Preparatória de Chongqing. Ganhou, então, uma bolsa de estudos na França.

Na Franca trabalhou como metalúrgico na fábrica da Renault em Billancourt, bombeiro e assistente de cozinheiro em Paris. Nestes empregos ele ganhava apenas o suficiente para a susbstência. Muito desses empregos tinham condições de trabalho insalubres, com trabalhadores frequentemente se acidentando.
Deng mais tarde afirmaria que foi na França que primeiro experimentou os problemas da sociedade capitalista. Ele estudava em Bayeux e Chantillon. Durante os estudos teve contato com o Marxismo e entrou para a Juventude Comunista Chinesa em 1921. Em 1926, Deng concluiu seus estudos em Moscou e retornou para a China.

Deng colaborou em várias missões políticas e militares durante a guerra civil no Sul (1930-1934) até que os comunistas fossem obrigados a fugir, derrotados por Chiang Kai Shek.

Participou da Longa Marcha até o estabelecimento de uma nova base comunista em Yenan (1934-1936); nessa época, alinhou-se às teses defendidas por Mao Zedong dentro do Partido, que o colocou à cabeça do movimento quando Mao ganhou o controle em 1935.

Durante a guerra contra os japoneses (1937-1945), Deng atuou como comissário político no exército, establecendo estreitas relações com os chefes militares, que se revelariam decisivas para impulsionar sua carreira posterior.

Em 1945 entrou para o Comitê Central do Partido Comunista; em 1954 subiu à vice-presidência do governo e em 1955 tornou-se secretário-geral do Partido e membro do Politburo. Deng logo mostrou-se um líder moderado e pragmático, frente ao radicalismo sustentado por Mao Tsé-Tung nos anos do Grande Salto Adiante (1958-1961). Entre 1962 e 1965 teve de se dedicar a reparar os estragos econômicos causados pelos excessos de Mao.

Caiu em desgraça durante a Revolução cultural, quando era secretário geral do PCC. Em outubro de 1966, torna-se alvo de críticas, assim como Liu Shaoqi. Em dezembro daquele ano, mais de três mil estudantes manifestam-se contra eles em Pequim. Eram acusados de defender uma estatização da economia à moda soviética, e de serem contrários aos ideais do Grande salto adiante. Na retórica da Revolução Cultural, isso equivalia a tachá-los de “revisionistas soviéticos”, “burgueses reacionários” e de “capitalistas”. Deng e Liu lutavam contra a demasiada influência do maoísmo e abriram inquéritos contra funcionários corruptos.

Deng foi submetido a humilhações públicas e obrigado a abandonar suas funções no PCC. Foi obrigado a fazer autocrítica de seus “erros” (1967) e enviado a trabalhar como operário em uma fábrica de tratores no interior do país (1970). Sua família foi perseguída pelas guardas vermelhas, seu filho foi preso, torturado e jogado de uma janela do quarto andar de um prédio e ficou paralítico. Deng resistiu escolhendo viver isolado.

Aproximou-se novamente do poder em meados dos anos 1970. No final de 1975 tornou-se vice-primeiro ministro, voltando a ser o Secretário Geral do partido. Em 1976, com a morte de Mao Tsé-Tung, torna-se, de fato, o novo líder chinês. No ano seguinte, repudia publicamente a Revolução Cultural e lança a Primavera de Pequim, que traz certa abertura na imprensa chinesa e permite críticas e denúncias sobre a Revolução Cultural.