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Cida Moreyra

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Luciano Pires -

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Cida Moreyra

Maria Aparecida Guimarães Campiolo, mais conhecida como Cida Moreyra, é uma cantora, atriz e pianista Brasileira.

Consagrou-se nos palcos brasileiros como Cida Moreira após estrear profissionalmente em 1977 com a peça “A Farsa da Noiva Bombardeada”, de Alcides Nogueira, com direção de Marcio Aurélio e um elenco que contava, dentre outros, com Miguel Magno. Era o grupo de teatro experimental “Pompa e Circunstância”, com o qual Cida fez ainda outro texto de Alcides: “Tide Moreyra e sua Banda de Najas”.

Participou ainda em 1977 do espetáculo “Teatro do Ornitorrinco canta Brecht e Weill”, com Cacá Rosset, Maria Alice Vergueiro e Luiz Roberto Galízia, com os quais ainda trabalharia em 1982 em “Mahagonny Songspiel”, também do dramaturgo alemão.

Integrou o elenco original de “Ópera do Malandro”, adaptação de Chico Buarque de Hollanda para a “Ópera dos Três Vinténs” de Bertolt Brecht, após Chico ter ido ver ao Teatro do Ornitorrinco cantando as parcerias do dramaturgo com Kurt Weill, trabalhando, assim, com Elba Ramalho, Marieta Severo, Ary Fontoura e Emiliano Queiroz, dentre outros. Substituiu Miucha no fim da temporada de “Saltimbancos”, fazendo a personagem da Galinha.

Seu primeiro espetáculo solo foi “Summertime”, no início dos anos 1980, o qual viria a ser seu primeiro registro fonográfico (com grande sucesso de público e crítica). O show, dirigido por José Possi Neto, tratava-se de uma homenagem à cantora Janis Joplin e à sua época, e dentre as canções do repertório estavam “Geni e o Zepelim”, de Chico Buarque e “Gota de Sangue”, de Angela Ro Ro.

Seguiu fazendo espetáculos como “Serpente Rara” e “Arte”, lançou seu segundo disco “Abolerado Blues” e fez na década de 1980 ainda, vários filmes que marcaram a produção de uma geração de cineastas paulistas. Com a trilha sonora de “Estrela Nua”, no entanto, composta por Arrigo Barnabé, recebe um convite para ir, com ele, à Europa, onde passa uma temporada fazendo shows. Quando volta, retoma sua carreira no País.

Em 1986 lança o álbum “Cida Moreyra”, em 1988 o aclamado “Cida Moreyra interpreta Bertolt Brecht”, realizando um sonho de anos. Lançou ainda “Na Trilha do Cinema”, “Cida canta Chico”, “Uma canção pelo ar” e “Angenor” (em tributo ao compositor Cartola), além de participar de discos como “Mensagem” com poemas musicados de Fernando Pessoa, “Essa Chama que não vai Passar”, em tributo à Maysa e “Dolores”, em tributo à Dolores Duran, dentre outros.

Desenvolve inúmeros projetos de pesquisa musical que terminam sempre em espetáculos repletos de cultura e inteligência como “Cabará Bilbao”, “Canções Para Cortar Os Pulsos” (com André Frateschi, uma homenagem a Tom Waits), “Modinhas imperiais”, “Cole Porter”, “Porgy and Bess”, além de outras montagens teatrais como sua participação em “Às Margens Plácidas” com Pod Minoga, por exemplo.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Cida_Moreyra

http://www.dicionariompb.com.br/cida-moreira

http://www.mpbnet.com.br/musicos/cida.moreira/

http://cliquemusic.uol.com.br/artistas/ver/cida-moreira

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