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Celso Pixinga

Celso Pixinga

Luciano Pires -

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Celso Claudio Cascarelli, conhecido como Celso Pixinga, é um baixista brasileiro, professor e coordenador do IB&T (Instituto de Baixo e Tecnologia) na EM&T (Escola de Música e Tecnologia). É reconhecido por muitos como o Melhor baixista brasileiro.

“A troca da guitarra pelo baixo foi a coisa mais importante da minha vida musical”. É com essa frase que Celso Pixinga define sua história musical. Considerado o maior baixista do Brasil e um dos melhores do mundo.

Reconhecido internacionalmente como um dos contrabaixistas mais rápidos do mundo nos baixos de 4, com a utilização da técnica do SLAP, na década de 80 Celso Pixinga tornou-se professor de contrabaixo e, em 1987, lançou seu primeiro trabalho: “Pixinga”. No ano seguinte, apresentou-se no Free Jazz Festival.

“Mr Funk”, o segundo disco de sua carreira, foi lançado em 1990 e trouxe faixas como “Gas Truck” e “Gol do Miller”. Em 1995, já consagrado em todo o país e depois de ter tocado com Gal Costa, Wanderléa e outros artistas, o baixista lançou “Vôo Livre”, que mostrou com clareza as influências do funk, do jazz e da música brasileira no som produzido por Pixinga.

O ano de 1997 foi marcado por grandes acontecimentos na carreira de Celso Pixinga. O músico foi o primeiro contrabaixista a lançar um disco, “Wake Up”, no Blue Note de Nova York, conhecido como o templo do jazz, além de tocar com Gonzalo Rubalcaba, considerado pela crítica mundial o melhor pianista do mundo. Apesar da pouca divulgação da música instrumental no Brasil, Pixinga conseguiu manter-se no cenário dos grandes músicos e gravar seus CDs.

Em 2000, chegou às lojas “O Sonhador”, no qual Pixinga tocou acompanhado pela banda PX Band e comprovou o título de baixista mais rápido do mundo nas músicas “Pé na Estrada”, “Sonhador”, “Slap” e outras. No mesmo ano, tocou ao lado do grande baterista americano Dave Weckl.

Uma das características de suas músicas são os ritmos variados que Pixinga utiliza em suas composições. No CD “Quase Acústico”, lançado em 2001, o baixista mescla seu estilo próprio com o samba e outros ritmos brasileiros.

O disco lançado em 2002, “Celso Pixinga & A Gig”, trouxe os vocais das cantoras Rita Kfouri, Cida Souza, Tatiana Parra e Maria Diniz em músicas dançantes. Além disso, fez releituras de canções de Ivan Lins e Vitor Martins e homenageou os DJs na faixa “Mr DJ”.

O CD “O Condutor”, de 2002, é considerado um dos mais diferentes de Celso Pixinga, pois contou com a participação de apenas dois músicos: ele mesmo, no contrabaixo, e João Carlos Godoy no teclado. O disco é uma junção sutil da música brasileira, latina e os vários estilos do jazz, entre eles o rock, o latino e o tradicional. Os destaques desse trabalho são as canções “Pro Gol”, “Intervalo” e a versão de “Milestones” de Miles Davis. Em 2003, lançou “Celso Pixinga”.

No seu currículo de 25 anos de carreira, o contrabaixista conta com 7 vídeo-aulas, 1 contrabaixo e 1 amplificador com seu nome, 2 DVDs e a coordenação do Instituto de Baixo e Tecnologia da EM&T (Escola de Música & Tecnologia).

Entre os artistas que já acompanhou estão: Evandro Mesquita, Ângela Rô Rô, Gal Costa, Mozart Mello, Fat Family, Gonzalo Rubalcaba, Dave Weckl, Taj Mahal,Kiko Loureiro e outros. Além disso, Pixinga já se apresentou em países da Europa, Ásia, América do Norte e do Sul.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Celso_Pixinga

http://www.celsopixinga.com.br/

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