Portal Café Brasil
O impacto das mídias sociais nas eleições
O impacto das mídias sociais nas eleições
Baixe a pesquisa da IdeiaBigdata que mostra o impacto ...

Ver mais

Síntese de indicadores sociais 2016 do IBGE
Síntese de indicadores sociais 2016 do IBGE
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - ...

Ver mais

Silvio Santos, Zé Celso e o Oficina
Silvio Santos, Zé Celso e o Oficina
Uma reunião para ser objeto de estudo em qualquer aula ...

Ver mais

#TransgressaoEhIsso
#TransgressaoEhIsso
Transgredir é muito mais que pintar o rosto, urinar na ...

Ver mais

Café Brasil 613 – Biologia política
Café Brasil 613 – Biologia política
E aí? Você é de direita ou de esquerda? Se incomoda com ...

Ver mais

612 – O Efeito Genovese
612 – O Efeito Genovese
Em 1964, Kitty Genovese foi assassinada em Nova York. ...

Ver mais

611 – Momentos felizes
611 – Momentos felizes
Felicidade não existe. O que existe na vida são ...

Ver mais

610 – Abre-te Sésamo
610 – Abre-te Sésamo
Abre-te Sésamo é a frase mágica do conto de Ali-Babá e ...

Ver mais

LíderCast 109 – Romeo Busarello
LíderCast 109 – Romeo Busarello
LíderCast 109 - Hoje conversamos com Romeo Busarello, É ...

Ver mais

Lídercast 108 – Leandro Nunes
Lídercast 108 – Leandro Nunes
LíderCast 108 - Hoje conversamos com Leandro Nunes, um ...

Ver mais

Lídercast 107 – Lucia Bellocchio
Lídercast 107 – Lucia Bellocchio
Hoje conversamos com Lucia Bellocchio, uma jovem ...

Ver mais

LíderCast 106 – Labi Mendonça
LíderCast 106 – Labi Mendonça
LíderCast 106 - 106 - Hoje conversamos com Labi ...

Ver mais

Confraria Café Brasil
Confraria Café Brasil
A Confraria Café Brasil nasceu para conectar pessoas ...

Ver mais

Videocast Nakata T02 10
Videocast Nakata T02 10
Videocast Nakata Temporada 02 Episódio 10 - Hábitos ...

Ver mais

Videocast Nakata – T02 09
Videocast Nakata – T02 09
Videocast Nakata - Temporada 02 Episódio 09 Quando ...

Ver mais

Videocast Nakata T02 08
Videocast Nakata T02 08
Videocast Nakata Temporada 02 Episódio 08 Já falei ...

Ver mais

Interpretações do Brasil X – As escolhas públicas e as instituições como pano de fundo
Luiz Alberto Machado
Iscas Econômicas
Interpretações do Brasil X As escolhas públicas e as instituições como pano de fundo “Bons jogos dependem mais de boas regras do que de bons jogadores.” James Buchanan  Considerações iniciais A ...

Ver mais

O que aprender quando o futuro já era
Mauro Segura
Transformação
A minha experiência no ano passado mostrou que a história de viver cada dia como se fosse o último é uma baboseira. Aprendi que eu não preciso ter planos mirabolantes para ter uma vida digna, ...

Ver mais

MInha culpa é sua, camarada!
Fernando Lopes
Iscas Politicrônicas
A tragédia do edifício que pegou fogo e desabou no Largo do Paissandu, em São Paulo, desvendou mais um bem bolado golpe; e golpe, novamente, travestido de “movimento social”: A máfia das invasões ...

Ver mais

O domínio esquerdista na dramaturgia brasileira
Bruno Garschagen
Ciência Política
Hoje, não há qualquer ameaça ao domínio da esquerda nas novelas, filmes, séries, teatro, programas de TV, jornalismo. Por isso a reação agressiva quando alguma obra fura a ditadura cultural.

Ver mais

Cafezinho 73 – Estupidez Coletiva
Cafezinho 73 – Estupidez Coletiva
Não interessa determinar o que é verdade e o que é ...

Ver mais

Cafezinho 72 – Fake News 1
Cafezinho 72 – Fake News 1
Quem julga o juiz?

Ver mais

Cafezinho 71 – Reenquadre o hater
Cafezinho 71 – Reenquadre o hater
Reenquadre o otário e ele vira ouro. Reenquadre a ...

Ver mais

Cafezinho 70 – O Efeito Genovese
Cafezinho 70 – O Efeito Genovese
O comportamento de quem vê algo errado e nada faz a ...

Ver mais

Balança mas não cai

Balança mas não cai

Luciano Pires -

Balança mas não cai foi um programa humorístico brasileiro.

Criado por Max Nunes e Paulo Gracindo na Rádio Nacional do Rio de Janeiro na década de 1950, o programa migrou para a TV Globo em 1968.

O programa “Balança Mas Não Cai”, foi um marco da televisão e do rádio brasileiro. Era uma época em que se escrevia humor de verdade e que eram interpretados por grandes comediantes. “Balança…”, foi uma criação de Max Nunes e Paulo Gracindo, primeiro para a Rádio Nacional carioca, na década de 50. Já em 1968, ele passou a ser exibido pela TV Globo, carioca.

A chamada do humorístico era sempre a mesma e todos sabiam que lavinham boas gargalhadas. Ele começava assim: – “Quando muita gente diferente vive debaixo do mesmo teto muitas histórias engraçadas acabam acontecendo”.

No início, quando ainda era exibido ao vivo, para garantir a agilidade do humorístico, foi construída uma estrutura giratória com quatro cenários diferentes. Era em cima deles que 60 comediantes se revezavam.

Enquanto uma cena era levada ao ar, as demais eram preparadas nos outros três cenários. A passagem de uma cena para outra era feita pelo Vannucci. O programa tinha ainda a participação de uma orquestra, que acompanhava cada cena.

“Balança…” repetiu na TV o mesmo sucesso que teve na rádio. Em outubro, um mês depois da estreia, já batia a audiência do Rio de Janeiro em relação aos programas humorísticos exibidos até aquele momento. Vários dos bordões cunhados pelos personagens eram repetidos pelas pessoas na rua. Era a prova maior de seu verdadeiro sucesso.

Ele tinha como base as histórias cotidianas dos moradores de um mesmo edifício. Os quadros, que na maioria das vezes não eram fixos, seguiam-se num ritmo intenso.

Porém, o número de maior sucesso era, sem sombra de dúvidas, o da impagável dupla Brandão Filho e Paulo Gracindo, respectivamente, nos papéis de “Primo Pobre x Primo Rico” no qual o pobre primo humilhado (Brandão), saia-se sempre com seu bordão: “Primo você é óóótimo!”.

Também tinha Lúcio Mauro e Sônia Mamede que viviam o casal Fernandinho e Ofélia, no quadro que popularizou o bordão “Cala a boca Fernandinho, eu só abro a boca quando tenho certeza!”.

O outro número inesquecível, para a época, era a do Lilico, que tocava o bumbo e entrava cantando: “Tempo bom, lê, lê, não volta mais, saudade…”.

Porém, como tudo era muito rápido e sempre um ator se atrasava, o diretor apelava para Augusto César Vannucci, que enrolava a platéia por alguns minutos, dando tempo para que o problema fosse resolvido e o próximo quadro pudesse ir ao ar. Ele fazia um rápido perfil do personagem, do tipo: “Lá no apartamento 304 mora um primo que é muito rico e etc. e tal.”

Quem dirigia essa babel de comediantes, do fosso da orquestra do auditório da TV Globo, no Jardim Botânico, era Lúcio Mauro.

Também estavam no elenco, entre outros, os comediantes Dinorah Marzullo, Ema D Ávila, Walter D Ávila, Ary Leite, Berta Loran, Nádia Maria, Carvalhinho, Zé Trindade, Castrinho, Cecil Thiré, Colé, Costinha, Felipe Carone, Ferrugem, Marcos Plonka, Milton Carneiro, Milton Gonçalves, Paulo Silvino, Tião Macalé.

No rádio, onde ficou de 50 a 67, ele era ancorado por Wilton Franco. Que apresentava os quadros humorísticos, supostamente passados nos apartamentos de um edifício residencial fictício, onde moravam as personagens.

Na TV Globo, onde ficou de 68 a 71, era inicialmente, apresentado ao vivo por Augusto César Vanucci. Em 1972, o humorístico passou a ser apresentado na TV Tupi, e só retornaria para a Globo em 1982, com apresentação de Paulo Silvino.


Elenco de Balança mas não cai
Entre outros: Lúcio Mauro, Sonia Mamede, Tião Macalé, Brandão Filho, Paulo Gracindo

[youtube]gUevDfSi5bc[/youtube]
[youtube]tAyUZ0WzN_o[/youtube]
[youtube]fTtcfRhymEQ[/youtube]
[youtube]ow8-_SCKyWY[/youtube]
[youtube]EjkmUkKTYYM[/youtube]