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Balança mas não cai

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Luciano Pires -

Balança mas não cai foi um programa humorístico brasileiro.

Criado por Max Nunes e Paulo Gracindo na Rádio Nacional do Rio de Janeiro na década de 1950, o programa migrou para a TV Globo em 1968.

O programa “Balança Mas Não Cai”, foi um marco da televisão e do rádio brasileiro. Era uma época em que se escrevia humor de verdade e que eram interpretados por grandes comediantes. “Balança…”, foi uma criação de Max Nunes e Paulo Gracindo, primeiro para a Rádio Nacional carioca, na década de 50. Já em 1968, ele passou a ser exibido pela TV Globo, carioca.

A chamada do humorístico era sempre a mesma e todos sabiam que lavinham boas gargalhadas. Ele começava assim: – “Quando muita gente diferente vive debaixo do mesmo teto muitas histórias engraçadas acabam acontecendo”.

No início, quando ainda era exibido ao vivo, para garantir a agilidade do humorístico, foi construída uma estrutura giratória com quatro cenários diferentes. Era em cima deles que 60 comediantes se revezavam.

Enquanto uma cena era levada ao ar, as demais eram preparadas nos outros três cenários. A passagem de uma cena para outra era feita pelo Vannucci. O programa tinha ainda a participação de uma orquestra, que acompanhava cada cena.

“Balança…” repetiu na TV o mesmo sucesso que teve na rádio. Em outubro, um mês depois da estreia, já batia a audiência do Rio de Janeiro em relação aos programas humorísticos exibidos até aquele momento. Vários dos bordões cunhados pelos personagens eram repetidos pelas pessoas na rua. Era a prova maior de seu verdadeiro sucesso.

Ele tinha como base as histórias cotidianas dos moradores de um mesmo edifício. Os quadros, que na maioria das vezes não eram fixos, seguiam-se num ritmo intenso.

Porém, o número de maior sucesso era, sem sombra de dúvidas, o da impagável dupla Brandão Filho e Paulo Gracindo, respectivamente, nos papéis de “Primo Pobre x Primo Rico” no qual o pobre primo humilhado (Brandão), saia-se sempre com seu bordão: “Primo você é óóótimo!”.

Também tinha Lúcio Mauro e Sônia Mamede que viviam o casal Fernandinho e Ofélia, no quadro que popularizou o bordão “Cala a boca Fernandinho, eu só abro a boca quando tenho certeza!”.

O outro número inesquecível, para a época, era a do Lilico, que tocava o bumbo e entrava cantando: “Tempo bom, lê, lê, não volta mais, saudade…”.

Porém, como tudo era muito rápido e sempre um ator se atrasava, o diretor apelava para Augusto César Vannucci, que enrolava a platéia por alguns minutos, dando tempo para que o problema fosse resolvido e o próximo quadro pudesse ir ao ar. Ele fazia um rápido perfil do personagem, do tipo: “Lá no apartamento 304 mora um primo que é muito rico e etc. e tal.”

Quem dirigia essa babel de comediantes, do fosso da orquestra do auditório da TV Globo, no Jardim Botânico, era Lúcio Mauro.

Também estavam no elenco, entre outros, os comediantes Dinorah Marzullo, Ema D Ávila, Walter D Ávila, Ary Leite, Berta Loran, Nádia Maria, Carvalhinho, Zé Trindade, Castrinho, Cecil Thiré, Colé, Costinha, Felipe Carone, Ferrugem, Marcos Plonka, Milton Carneiro, Milton Gonçalves, Paulo Silvino, Tião Macalé.

No rádio, onde ficou de 50 a 67, ele era ancorado por Wilton Franco. Que apresentava os quadros humorísticos, supostamente passados nos apartamentos de um edifício residencial fictício, onde moravam as personagens.

Na TV Globo, onde ficou de 68 a 71, era inicialmente, apresentado ao vivo por Augusto César Vanucci. Em 1972, o humorístico passou a ser apresentado na TV Tupi, e só retornaria para a Globo em 1982, com apresentação de Paulo Silvino.


Elenco de Balança mas não cai
Entre outros: Lúcio Mauro, Sonia Mamede, Tião Macalé, Brandão Filho, Paulo Gracindo

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