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Arnaldo Baptista

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Luciano Pires -

Sua carreira musical tem início em 1962, quando ele forma com seu irmão Cláudio César o grupo The Thunders. Em 1966, convida seu outro irmão, Sérgio Dias, a se juntar ao grupo Six Sided Rockers, que já contava com a presença de Rita Lee. O grupo daria origem aos Mutantes. Ali ele desenvolve seus talentos de compositor e arranjador, mas depois de vários problemas e brigas internas, ele sai da banda em 1973.

Tenta seguir carreira de produtor musical, mas o insucesso o motiva a tentar carreira solo. Lança Lóki? em 1974, considerado seu melhor trabalho.

Em 1977 recusa o convite de seu irmão Sérgio para retornar ao Mutantes, formando o grupo Patrulha do Espaço. O novo projeto não vai muito longe, apesar da gravação de um disco de estúdio que só seria lançado parcialmente dez anos depois com o nome de Elo Perdido, assim como uma gravação ao vivo de um show da banda (Faremos Uma Noitada Excelente). Arnaldo deixa a Patrulha em 1978, que continua no underground rockeiro.

Em 1982 Arnaldo lança outro marco, Singin’ Alone, gravado em 1981, altamente lisérgico, desesperado, decepcionado, obra que cria um rock profundamente experimental, geradora de novos padrões estéticos. No mesmo ano é internado na ala psiquiátrica do Hospital do Servidor Público de São Paulo devido a seu comportamento agressivo, causado pelo uso excessivo de LSD. Durante a internação Arnaldo tenta o suicídio se defenestrando do quarto andar. Passou quatro meses e onze dias em coma mas sobreviveu, com uma séria fratura no crânio que deixaria sequelas.

Arnaldo continuou gravando, em 1987 lança sua mais radical experiência. Pelo selo independente Baratos e Afins sai a gravação caseira Disco Voador. A gravação é feita em dois canais e surge como um disco quase “terapêutico” para Arnaldo. Há de se considerar ainda, que em 1989, os produtores Alex Antunes e Carlos Eduardo Miranda produziram o álbum tributo “Sanguinho Novo – Arnaldo Baptista Revisitado” com bandas ascendentes no rock nacional como Sepultura, Ratos de Porão, Paulo Miklos entre outros nomes.

Em 1996 foi contratado pela gravadora Virgin para o relançamento de Singin’ Alone. Aproveitou para regravar o clássico dos Mutantes “Balada do Louco”, que foi lançado como faixa-bônus.

Em 2004 lançou seu mais recente trabalho solo de inéditas, Let It Bed, produzido por John Ulhoa, do Pato Fu e gravado em sua residência em Juiz de Fora (MG).

Em 2006 ocorre o retorno do grupo Mutantes e Arnaldo volta a tocar ao lado do irmão Sérgio Dias e do baterista Dinho Leme após 33 anos de sua saída da banda e 30 do fim do grupo. Rita Lee, vocal feminino na formação original, e que fora casada com Arnaldo (especula-se que desentendimentos conjugais teriam levado a saída desta do grupo) não retorna à banda. Zélia Duncan aceita integrar o conjunto. Esta formação recente durou até Setembro de 2007, quando Zélia comunicou sua saída do grupo para retomar sua carreira solo. Poucos dias depois do anúncio, Arnaldo comunicou que também deixaria a banda para cuidar de projetos pessoais.

Desde o meio dos anos 80 morando em um pacato sítio em Juiz de Fora, Minas Gerais com sua esposa Lucinha Barbosa, Arnaldo passa seu tempo pintando quadros, escrevendo, tocando e compondo. A partir do retorno de sua antiga banda, de importância histórica fundamental para o rock brasileiro, a carreira de Arnaldo passa a ter novas perspectivas.

Em 2008 foi lançado o documentário Loki – Arnaldo Baptista, mostrando toda a trajetória do artista, desde a infância até o retorno dos Mutantes, com apresentações em 2006 e 2007.

http://www.arnaldobaptista.com.br/


Arnaldo Baptista

[youtube]q5D34tPjtuQ[/youtube]