Artigos Café Brasil
Podpesquisa 2018
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Em sua quarta edição, a PodPesquisa 2018 recebeu mais ...

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Como decidi em quem votarei para Presidente
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Não sei se estou certo, não fui pela emoção, não estou ...

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Democracia, Tolerância e Censura
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O que distingue uma democracia de uma ditadura é a ...

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O dia seguinte
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Com o aumento considerável do mercado de palestrantes ...

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638 – O efeito Dunning-Kruger
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636 – As duas éticas da eleição
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635 – De onde surgiu Bolsonaro?
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LíderCast 131 – Henrique Szklo e Lena Feil
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LíderCast 130 – Katia Carvalho
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Mudadora de vidas, alguém que em vez de apenas lamentar ...

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LíderCast 129 – Guga Weigert
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LíderCast 128 – Leide Jacob
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Empreendedora cultural e agora cineasta, que ...

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Cafezinho Live – Como será o Brasil com Bolsonaro
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Um bate papo entre Adalberto Piotto, Carlos Nepomuceno ...

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046 – Para quem vai anular o voto
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Confraria Café Brasil
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Videocast Nakata T02 10
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Compatibilizar o curto e o longo prazo
Luiz Alberto Machado
Iscas Econômicas
Compatibilizar o curto e o longo prazo O grande desafio “Estamos presos na armadilha da renda média, a condição de países que lograram sair da pobreza mas empacaram, não conseguindo dar o salto ...

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Os especialistas e suas previsões
Jota Fagner
Origens do Brasil
De tempos em tempos as sociedades alardeiam previsões catastróficas para um futuro não tão distante. Sempre existe o perigo do momento. Se ouvirmos os especialistas, atualmente temos que nos ...

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Moralidade e Capitalismo 7: O Pragmatismo
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Moralidade e Capitalismo 6: A Dispersão do Poder
Alessandro Loiola
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Cafezinho 124 – À luz do sol
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É assim, com a luz do sol, que a gente faz a limpeza.

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Cafezinho 123 – A zona da indiferença
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Cafezinho 122 – Vira a chave
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Cafezinho 121 – Papo de bêbado
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Voltar democraticamente aos trilhos. Se essa não é sua ...

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Sobre erros e concertos

Sobre erros e concertos

Luciano Pires -

Em meus 20 anos de palestras, em duas oportunidades separadas por mais de uma década, cometi um erro daqueles de arrasar o palestrante. Uma foi no ano passado. Fui contratado para mediar um debate num evento de uma grande empresa de serviços brasileira, promovido para os corretores da empresa, tendo na plateia cerca de 40 pessoas. Eu deveria abrir e conduzir um bate papo entre um diretorzão e um dos mais experientes corretores do mercado. Fiz a tarefa de casa, me preparei, me concentrei, tudo certinho. E então abri o evento com toda a simpatia, perspicácia e humor… e percebi que a plateia fez cara de espanto. O pessoal da organização com cara de super espanto. Ninguém disse nada e continuei a conduzir a conversa, mas havia algo de ruim no ar. Minhas intervenções eram recebidas de maneira fria. Só fui saber o que havia ocorrido quando o evento terminou e a representante da empresa veio falar comigo.

Eu havia aberto o evento mais ou menos assim: “Bom dia a todos, é uma satisfação estar reunido com vocês aqui na…” e disse o nome do maior e mais odiado concorrente da empresa. E nem percebi. Continuei normalmente, não me referi mais ao nome do concorrente e jamais me toquei do que havia dito. Por isso o clima ruim. A cada vez que eu fazia uma intervenção ficava todo mundo esperando pra ver se eu ia repetir a besteira e ser assassinado pelo diretor ali no palco. Quando me disseram o que acontecera, não acreditei. Foi um ato falho, provavelmente provocado pela minha familiaridade com o concorrente, de quem eu era cliente. Mas não havia o que fazer, o evento tinha terminado, todos dispersado. Pedi desculpas, mas não adiantava. Era recolher os cacos e cair fora.

Depois mandei uma carta me desculpando, mas só o diretorzão respondeu, educadamente dizendo que não havia problemas, que o evento correu bem. Mas seguramente sou “persona non grata” naquela empresa.

Este ano cometi outra besteira. Comecei o ano com o pé no acelerador no Facebook, com a intenção de triplicar o número de curtidores, obter alto engajamento e transformar minha página num veículo forte de distribuição de conteúdo. Para isso precisei acelerar o número de posts e ampliar o alcance. Mais posts, mais assuntos, menos tempo para checar e checar outra vez. O resultado foi a publicação de um post sobre a tabela de correção do imposto de renda com um erro grosseiro, primário, idiota. Quando fui avisado, a mancada já havia sido compartilhada 64 vezes. Corri arrumar, refiz o post, expliquei o erro, pedi desculpas. Não havia mais o que fazer. Não adiantava correr atrás. O erro na internet vaza por qualquer buraco.

Bem, e aí? O que fazer? Como suportar a sensação do “fiz papel de idiota”?

Não sei como você faz, mas eu começo com um velho dito sobre o fracasso: mais importante que o fracasso é o que você fará com ele.

Eu faço assim: assumo a besteira imediatamente, desfaço o malfeito, conto pra tudo mundo, peço desculpas e toco em frente. O segredo está no “imediatamente” e no “pra todo mundo”. Na hora. Plá-plum! Sem dar voltas, sem mimimi, sem enfeitar o pavão. Reação imediata! E de forma a que as pessoas recebam a explicação de mim mesmo, não de um intermediário que dará o viés que quiser. Infelizmente no evento da empresa de serviços só me contaram da besteira depois de terminado, ou eu teria transformado o limão em limonada. Na hora.

Então é assim: fiz a besteira, reconheço, peço desculpas e sigo em frente. E depois passo um período terrível me cobrando, refletindo sobre o erro para não cometê-lo outra vez.

Errar é humano. Aprender com ele é divino.

Ah, sim, é “consertos”, idiota.

Luciano Pires