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Nasce nesta segunda, 4/9 o CAFEZINHO, podcast ...

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Preocupados demais com a educação de nossos filhos, ...

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Engraçada essa tal “tolerância” que pregam por aí, por dois simples motivos: 1) é de mão única e 2) pretende tolher até o pensamento do indivíduo. Exagero? Não mesmo. Antes que algum ...

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Um reino que sente orgulho de seus líderes  Victoria e Abdul   Uma vez mais, num curto espaço de tempo, o cinema nos brinda com um filme baseado na história de uma destacada liderança britânica. ...

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O que aprendi com o câncer
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Esse é o texto mais importante que escrevi na vida. Na ponta da caneta havia um coração batendo forte. Todo o resto perto a importância perto do que vivemos ao longo desse ano.

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Cafezinho 27 – Planos ou esperanças
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O culto do sentimento destrói a capacidade de pensar e ...

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Pensei em não assistir mais, até perceber que só quem ...

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Serviço que presta

Serviço que presta

Luciano Pires -

Quando saí da empresa onde trabalhei por 26 anos para me dedicar a palestras, um amigo sugeriu uma corretora para tratar do seguro saúde. Chamei-os e fui muito bem atendido, fizeram várias planilhas mostrando as várias opções e acabei escolhendo uma delas, um plano empresarial Omint. Fechei o contrato numa reunião com os gerentes da corretora e da seguradora. É claro que não li as dezenas de cláusulas em minúcia, mas fui perguntando e eles respondendo as dúvidas. Escolhi um dos planos, caro pra danar, e combinei com eles que depois de um período eu decidiria se permaneceria naquele plano ou baixaria de categoria.

– Sem problemas! 

Fechei o contrato. Ao receber os documentos para assinar vi que fui classificado como “obeso”, o que jogou dentro da carência qualquer complicação que pudesse ser creditada ao excesso de peso. Um absurdo. Estou fora do peso, mas daí para “obeso” tem pelo menos um Faustão magro de distância. Mas relevei. Fechamos o plano em abril. Em junho completei 54 anos e recebi a segunda surpresa: um aumento gigantesco, absurdo, aviltante, por “mudança de faixa”. Liguei para a corretora para reclamar e a resposta foi protocolar: 

– Está no contrato. 

Após três meses de experiência senti que o plano era um excesso e solicitei à corretora um estudo para redução. Mais uma surpresa: modificações, só no aniversário do plano, dali a nove meses.  

– Tá no contrato. 

Nove meses depois, retomo o assunto para ter outra surpresa: a Omint não aceita reduzir, só aumentar. 

– Mas nós combinamos naquela reunião!

– Tá no contrato.

E aqui estou, com meu advogado, começando a brigar com a Omint. O corretor? Lavou as mãos, afinal tudo “tá no contrato”…

Praticamente ao mesmo tempo consegui um corretor para o seguro do automóvel. O critério foi alguém que estivesse perto de mim. O atendimento foi tão bom quanto o do corretor do plano de saúde, mas depois de fechado o contrato as coisas começaram a se diferenciar.

Meu corretor do seguro automóvel – o dono da empresa – liga de quando em quando. Faz sugestões sobre o que e como fazer para aproveitar oportunidades. Mostra as planilhas de cálculo, oferece-se para buscar melhores negociações e tem obtido reduções nos valores que pago anualmente. Quando cogitei trocar de automóvel, quem foi a primeira pessoa para quem liguei? Foi para ele, claro! Recebi as dicas dos carros que estão com problemas de peças de reposição, os que tem manutenção cara e os com seguro mais baixo.

Sacou a diferença? O corretor do seguro-automóvel virou meu consultor, o cara que eu chamo com prazer para tomar um cafezinho e trocar uns dedos de prosa. Recomendo-o para todo mundo. É claro que estamos envolvidos num negócio, mas ele demonstra querer o meu bem. O corretor do seguro saúde é só um intermediário com uma resposta burocrática: “tá no contrato”. Ele só quer o meu dinheiro.

Pois é, meu caro, existem corretores e Corretores. Um presta serviço. O outro presta serviço que presta.

Um continua comigo. O outro mandei à ponte que partiu. 

Meu contrato pessoal tem essa cláusula.

Luciano Pires