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Confraria Café Brasil
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Videocast Nakata T02 10
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CAPITULO 2 – AS DEZ CATEGORIAS DO SER (parte 6)
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Eu tenho que ser sincero com você guria (ou velhinho…) esta parte do segundo capítulo será bem chata, pois iremos tratar de algo realmente formal e de certa forma, burocrático: as Dez ...

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Que falta faz Roberto Campos!
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Que falta faz Roberto Campos!  Homenagem em três livros “O bem que o Estado pode fazer é limitado; o mal, infinito. O que ele nos pode dar é sempre menos do que nos pode tirar.” Roberto Campos ...

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O copo, a água e o STF
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RESUMO DA LIVE: LIVE COMPLETA: https://web.facebook.com/carlos.nepomuceno/videos/10157256876268631 RESUMO DAS LIVES ANTERIORES: https://www.youtube.com/playlist?list=PL7XjPl0uOsj8TxfUISqzcl4YrxYBC0vOw

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Jeison Arenhart De Bastiani
Outro dia assisti boquiaberto algo que não sei muito bem como descrever, mas posso afirmar que foi incrível e vou contar para você como um músico (que confesso não acompanhar muito) me deu uma ...

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Cafezinho 169 – O silêncio das pedras
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Há silêncios e silêncios. Há o silêncio das pedras. Há ...

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Cafezinho 168 – O que nos define
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O que nos define são os adversários que vencemos.

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Cafezinho 167 – Monstros da negatividade
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“O otimista é o pessimista bem informado”, lembra ...

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Cafezinho 166 – O nobre
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Este Brasil de 2019 é muito diferente daquele de 2015.

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Quem Dá Mais?

Quem Dá Mais?

Luciano Pires -

Li uma frase ótima de Albert Einstein: “A energia atômica mudou tudo, exceto nossa forma de pensar… a solução para esse problema está dentro do coração do homem. Se eu soubesse disso antes, teria me tornado relojoeiro.”

Refletindo sobre a frase me lembrei que nos anos 80 Michael Jackson liderou uma campanha memorável chamada “We Are The World”, para combater a fome na África. Quem não se lembra? A principal peça da campanha era a música homônima, gravada por dezenas de astros da música e registrada num vídeoclipe antológico.

O disco com a canção vendeu até hoje mais de 20 milhões de cópias e levantou cerca de 63 milhões de dólares em fundos. Foi uma ação muito bonita, comovente até, mostrando como os formadores de opinião podem – a um custo pessoal muito baixo – ajudar a mudar a realidade.

Comprei recentemente o DVD comemorativo dos 25 anos daquela gravação. Uma delícia. Nos extras, um documentário acompanha alguns artistas numa visita a um campo de refugiados na África, durante a entrega dos alimentos. O cenário é desolador, as imagens fortes e o alívio da chegada dos alimentos, emocionante. Foi quase uma mobilização de guerra.

Lá pelas tantas, desolado, o músico Harry Belafonte faz uma declaração impactante. Ele diz sentir-se impotente diante da certeza de que o dinheiro levantado jamais chegaria até os necessitados. Não havia caminhões, estradas, gente nem estrutura para distribuir as doações. Além disso, brigas políticas e bandidos desviavam o pouco que chegava. Para ele, todo o esforço tinha pouco ou nenhum resultado.

Os bem intencionados artistas não contavam com os problemas de logística. Para eles, o importante era levantar dinheiro e alimentos.  Também não contavam com a engenhosidade do homem para roubar, enganar, oprimir e mentir.

E os africanos continuam morrendo de fome.

Essa história levanta uma lebre interessante: o problema do mundo não é falta de alimentos. Nem falta de dinheiro. Nem é logístico. A recente tragédia do Haiti mostrou como podemos nos mobilizar para ajudar os necessitados em qualquer parte do planeta. No Haiti não faltam dinheiro, nem gente e nem alimentos. Nem mesmo estrutura. O problema é outro.

Como está implícito na frase de Albert Einstein, o gênio humano é fascinante. A tecnologia que ele cria é capaz de mobilizar o mundo, de curar doenças, de ampliar a produção de alimentos, de baratear a energia, de conectar as pessoas, de quebrar um átomo. Mas esse gênio não tem moral. Está a serviço da construção e da destruição, com a mesma facilidade.

Mas cabe aqui um pedido: por favor, resista à tentação de me escrever com aquela lengalenga anticapitalista, o discurso raso que coloca a culpa desse “monetarismo”, no “capital” e por tabela nos Estados Unidos, o grande monstro adorador de dinheiro e devorador de almas.

Se você ainda não percebeu, assim como o gênio capitalista, o carnavalesco e o futebolista, o gênio comunista, o socialista, o gramcista, o castrista e o petista também se entrega a quem pagar mais.

O gênio humano não tem ideologia. Entrega-se a quem pagar melhor.