Artigos Café Brasil
Produtividade Antifrágil
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PRODUTIVIDADE ANTIFRÁGIL vem para provocar você a rever ...

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Cafezinho Live
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Luciano Pires, criador e apresentador dos podcasts Café ...

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Me Engana Que Eu Gosto
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Me engana que eu gosto: dois meio brasis jamais somarão ...

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Tá chegando o Podcast Café Brasil 700!
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Café Brasil Especial – Heróis da Saúde 12 – The Dark Side Of The Moon
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Café Brasil 718 – No lugar do outro
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Café Brasil Especial – Heróis da Saúde 10 – Va Pensiero
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LíderCast 200 – Marcio Ballas
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Apresentador de televisão, ator e palhaço profissional. ...

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LíderCast 199 – Ricardo Corrêa
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Empreendedor, fundador da Ramper, uma conversa ...

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Minuto da Produtividade 4 – Registre os pensamentos e ideias
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A mente da gente é que nem o Windows; está agitando mas ...

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Minuto da Produtividade 3 – Livre-se do lixo
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Minuto da Produtividade 2 – Desenvolva sua própria pegada produtiva
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Minuto da Produtividade 1 – A arte de dizer não!
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QI, educação e literatura
Gustavo Bertoche
É preciso lançar pontes.
O QI médio em praticamente todos os países do mundo cresceu muito nos últimos 100 anos.   Na Alemanha e nos EUA, o crescimento do QI médio foi de mais de 30 pontos. No Quênia e na Argentina, foi ...

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Perfeccionismo só é defeito quando mal utilizado
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Ao ser questionada sobre quais são seus defeitos, muita gente coloca, envergonhadamente, o perfeccionismo como um dos mais tóxicos, como está na moda dizer. Muitos, inclusive, culpam este ...

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A economia criativa pode ser essencial para o pós-pandemia?
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Samba no céu
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Por volta dos anos 90 a Som Livre lançou um álbum com o infeliz nome de “Samba no Céu”. Eu me lembro de alguns nomes como Elis, Cartola, Pixinguinha, Gonzaguinha e outros artistas que já haviam ...

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Assistir a rinha de galos diária tem o mesmo efeito que ...

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Cafezinho 283 – COVID 20
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Cafezinho 281 – O freestyle cognitivo
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Você aí no seu pedaço tem valor, viu? E faz coisas que ...

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Que curso fazer?

Que curso fazer?

Luciano Pires -

Com alguma regularidade sou perguntado por jovens e seus pais sobre que curso fazer, que escola buscar, que carreira abraçar. As pessoas me vêem palestrar e acham que minha experiência pode ajudar de alguma forma. É sempre uma responsabilidade imensa, pois naquele momento posso estar influenciando as escolhas e o futuro das pessoas. Dá medo.

A maioria absoluta quer cursar publicidade e propaganda, talvez pelo “glamour” que o estereótipo do publicitário criativo, rico e poderoso tem no imaginário dos jovens, não é?

Respondo: se você tem condições, busque a melhor escola disponível, mesmo que custe mais caro, que exija mais, que seja mais complicada. Ah, mas toda escola é igual! Não é. Nem dentro nem fora da sala de aula. Na escola você começa a construir os relacionamentos que serão úteis no futuro em termos profissionais e quanto melhor a escola, mais chance de construir amizades profissionalmente importantes. Mas por questões de grana, tempo e disponibilidade física nem sempre é possível ter acesso à melhor escola. Nesse caso, estude na disponível, mas seja o melhor aluno da escola! Apareça dentro e fora de sala de aula, isso coloca você acima da mediocridade e ajuda a sair atrás de uma bolsa de estudos para uma pós numa escola mais representativa, por exemplo.

Publicidade e propaganda é um ramo complicado, especialmente para os jovens que estão no interior do Brasil. Mercado pequeno, paga pouco, é um problema. E fazer escolhas de carreira aos 18 anos de idade é outro problema. Falta experiência, maturidade e visão de mundo.

Eu então sugiro um plano estratégico de longo prazo: cursaria Administração de Empresas e em seguida partiria para uma pós graduação em publicidade e propaganda. Dessa forma eu teria um diploma que permite atuar em qualquer frente, com um mercado amplo à disposição e não apenas na limitada área de publicidade e propaganda. Mesmo que a princípio eu não conseguisse trabalhar com o que amo, com o tempo estaria mais estabilizado, mais maduro e poderia fazer um plano para me encaminhar para a área desejada, com uma pós graduação.

Mas levei uns 20 anos para chegar a essa conclusão, viu? E só depois de experimentar as dificuldades de ser um bicho-marketing dentro de uma empresa de engenheiros, economistas e administradores. Sempre fui visto como um estranho por não “falar a língua deles”, o que dificultou o desenvolvimento de minha carreira. Sempre me senti o mocinho no meio dos índios. Tivesse eu um diploma de administrador de empresas e a coisa mudaria de figura… Eu “seria um deles”, falaria o idioma deles, usaria os argumentos deles e exporia minhas idéias de forma que eles compreendessem, afinal eram eles os donos do dinheiro. Eu falaria a língua dos índios, sacou?

E essa estratégia não vale só para publicidade e propaganda, mas para diversas outras áreas.

Mas esse é um pensamento de longo prazo, difícil de ser engolido pela ansiedade da juventude que deve achar horrível estudar numa área fora de seu amado objetivo imediato.

Olha, se eu pudesse voltar no tempo faria exatamente assim.

Mas esse sou eu.

Luciano Pires