Artigos Café Brasil
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O impacto das mídias sociais nas eleições
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Baixe a pesquisa da IdeiaBigdata que mostra o impacto ...

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Síntese de indicadores sociais 2016 do IBGE
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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - ...

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Uma reunião para ser objeto de estudo em qualquer aula ...

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614 – Limão ou limonada
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No começo dos anos 1970 apareceu um termo que anos mais ...

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612 – O Efeito Genovese
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Em 1964, Kitty Genovese foi assassinada em Nova York. ...

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611 – Momentos felizes
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Felicidade não existe. O que existe na vida são ...

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Lídercast 108 – Leandro Nunes
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Confraria Café Brasil
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Videocast Nakata T02 10
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Complexo e outros males
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Uma das expressões que a esquerda (radical ou não) adora usar é o tal “complexo de vira-latas”. Essa gente não tem a menor ideia do que seja isso, nem de quem cunhou a expressão, mas a macaqueia ...

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Interpretações do Brasil X – As escolhas públicas e as instituições como pano de fundo
Luiz Alberto Machado
Iscas Econômicas
Interpretações do Brasil X As escolhas públicas e as instituições como pano de fundo “Bons jogos dependem mais de boas regras do que de bons jogadores.” James Buchanan  Considerações iniciais A ...

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O que aprender quando o futuro já era
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A minha experiência no ano passado mostrou que a história de viver cada dia como se fosse o último é uma baboseira. Aprendi que eu não preciso ter planos mirabolantes para ter uma vida digna, ...

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MInha culpa é sua, camarada!
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A tragédia do edifício que pegou fogo e desabou no Largo do Paissandu, em São Paulo, desvendou mais um bem bolado golpe; e golpe, novamente, travestido de “movimento social”: A máfia das invasões ...

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Cafezinho 74 – O valor subjetivo
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Os impostos estão lá sim, altíssimos, exorbitantes, mas ...

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Cafezinho 73 – Estupidez Coletiva
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Não interessa determinar o que é verdade e o que é ...

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Cafezinho 72 – Fake News 1
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Quem julga o juiz?

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Cafezinho 71 – Reenquadre o hater
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Reenquadre o otário e ele vira ouro. Reenquadre a ...

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Paladinos De Fraldas

Paladinos De Fraldas

Luciano Pires -


PALADINOS DE FRALDAS

Você já reparou nos promotores do Ministério Público? Fico sempre impressionado: são praticamente meninos e meninas! Jovens e com a imensa responsabilidade de acabar com a farra da corrupção que assola o país.  Lembrei-me então que Luiz Carlos Cruz, que é professor da UNIP, escreveu uma resposta a um artigo meu, enfocando justamente a atuação dos jovens promotores:

“Estou acreditando fortemente na criançada que está surgindo por aí com o seu diploma debaixo do braço, que viu seus pais levando porradas dos nossos governantes, e que acabaram por perder tudo, quase que a dignidade também. Com essa perda, essa criançada com 10 ou 15 anos à época viu os seus sonhos correrem entre os dedos, deixaram de vestir roupas de grife, os pais acabaram se separando. E agora, é o reverso da moeda, vão indiciar mesmo, vão atrapalhar mesmo e não vão permitir que ninguém fique impune, pois precisam lavar a alma e limpar o que foi feito com suas famílias.”

Uma visão instigante. Entende que a solução está nas mãos dos jovens, das novas gerações que são o resultado dos anos de chumbo, da velha república, da nova república e dos processos envelhecidos e tortos que descambaram no circo Brasil que hoje assistimos.
Diferente do esperado, esses jovens não cresceram tortos. Cresceram formando uma idéia clara do que é certo e o que é errado. E então vemos um garoto, que ainda não chegou aos trinta, colocando o velho político na cadeia…
Tenho reparado isso em meus filhos. Aos 22 e 16 anos, demonstram indignação com algumas coisas que, para mim, já são normais. E constato, constrangido, que entrei no jogo, perdi a sensibilidade – ou deixei de evoluir – para certas coisas que deveriam me indignar e, não raro, caio na velha ”sempre foi assim”…
Mas meus filhos não deixam barato. De uma simples lata de refrigerante jogada na praia até a mais profunda indignação ao ver senhores de terno discutindo aos berros na Câmara, reparo neles uma paciência menor que a minha. Uma consciência de que essas coisas não podem continuar.
Por exemplo, quando eu tinha a idade deles, era normal dizer que ia “caçar passarinhos”. Pois na cabeça deles, hoje, a idéia de matar um passarinho causa imediata repulsa e indignação. E eles é que estão certos!
Pois isso me traz uma esperança. A de que essa garotada que hoje começa a alcançar posições de poder, filhos de quem tem cinqüenta, sessenta anos, está mais treinada, mais preparada, mais antenada para valores que nós, seus pais, deixamos para trás.
Nosso sofrimento transformou-se em lição para eles. Nossa indignação serviu de motivação para eles. Nossos erros forjaram os acertos deles.
Tudo que fizemos de torto serviu para mostrar-lhes o direito.
No entanto… Continuamos negando-lhes o espaço para que se manifestem. Continuamos prendendo-os em cubículos para que decorem fórmulas. Continuamos alimentando-os de banalidades…
Encastelados em nossa “experiência”, continuamos a achar que nada temos a aprender com eles.

Ô tio! Acorda…