Artigos Café Brasil
O impacto das mídias sociais nas eleições
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Síntese de indicadores sociais 2016 do IBGE
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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - ...

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Uma reunião para ser objeto de estudo em qualquer aula ...

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#TransgressaoEhIsso
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611 – Momentos felizes
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610 – Abre-te Sésamo
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Abre-te Sésamo é a frase mágica do conto de Ali-Babá e ...

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LíderCast 109 – Romeo Busarello
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Lídercast 108 – Leandro Nunes
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LíderCast 106 – Labi Mendonça
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Confraria Café Brasil
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Interpretações do Brasil X – As escolhas públicas e as instituições como pano de fundo
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A minha experiência no ano passado mostrou que a história de viver cada dia como se fosse o último é uma baboseira. Aprendi que eu não preciso ter planos mirabolantes para ter uma vida digna, ...

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A tragédia do edifício que pegou fogo e desabou no Largo do Paissandu, em São Paulo, desvendou mais um bem bolado golpe; e golpe, novamente, travestido de “movimento social”: A máfia das invasões ...

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Hoje, não há qualquer ameaça ao domínio da esquerda nas novelas, filmes, séries, teatro, programas de TV, jornalismo. Por isso a reação agressiva quando alguma obra fura a ditadura cultural.

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Cafezinho 72 – Fake News 1
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Quem julga o juiz?

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Cafezinho 71 – Reenquadre o hater
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Reenquadre o otário e ele vira ouro. Reenquadre a ...

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Cafezinho 70 – O Efeito Genovese
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Cafezinho 69 – Quatro Formas de Gastar Dinheiro
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Gastar nosso dinheiro conosco; nosso dinheiro com ...

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Os vivos e os mais vivos

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Luciano Pires -

Já se passaram 21 anos desde que eu – aos 32 anos de idade – pude exercer meu voto para Presidente pela primeira vez. Pra quem tem memória curta, a história do Brasil foi assim: Fernando Collor em 1989, FHC em 1994 e 1998 e Lula em 2002 e 2006. Só tivemos cinco oportunidades para praticar o exercício do voto. Parece muito pouco, não é? Por isso temos que estar antenados.

Quero repetir a seguir algumas pequenas reflexões e idéias de textos que já publiquei antes, mas que são necessários para o que vem pela frente neste ano de eleições:

– Não existe voto de branco, voto de negro, voto de pobre ou voto de rico. Diante da urna, todo mundo é igual. Esse é o exercício maior da democracia, que deve ser festejado e defendido dos que tentam manipulá-lo.

– O voto nulo é uma opção válida, democrática e que deve ser respeitada como um direito de cada um. Mas se 70% dos eleitores votarem nulo, será eleito o presidente que os 30% que votaram válido quiserem. Pense nisso.

– Os profissionais esfregarão em nossa cara as alianças mais esdrúxulas, apresentadas como tiradas estratégicas. Desfilarão realizações de um lado e desmentidos de outro. Novos malandros vão aparecer. Velhos malandros vão reaparecer. E desfilarão mentiras em horário nobre. Tudo convenientemente “dudificado”. “Dudificar”: seguir a cartilha do Duda, criando embalagens irresistíveis para produtos envelhecidos, desonestos, perigosos…

– Enfrentaremos poderosas máquinas de criação de mentiras simbólicas. Ouviremos que as privatizações foram ruins, que “nunca antes neste país” se fez isto e aquilo, que o PAC existe, que fulano ou cicrano nunca foram condenados, que o chefe “não sabia” e todas aquelas armações da linguagem que transformam “sins” em “nãos”.

Este é o momento em que você será guiado por seus valores e convicções. Lembre-se: você tem vontade própria, não é uma máquina a serviço de um partido ou de uma ideologia. Você tem o direito de escolher o que julgar melhor para você e para o país. Portanto, faça essa escolha de maneira consciente. Examine todos os lados. Cuidado com as unanimidades e com as certezas absolutas. Cuidado com teses que prometem o céu no futuro provocando o inferno no presente. Cuidado com quem reescreve o passado. Cuidado com quem transforma convicções políticas em fervor religioso.

Minha sugestão é que, diante do bombardeio de notícias e opiniões, você faça cinco perguntas:

1. Quem criou essa mensagem?

2. Que técnicas criativas foram usadas para chamar minha atenção?

3. Se eu não fosse quem sou, não morasse onde moro, não tivesse a educação que tive, como é que eu entenderia essa mensagem?

4. Que valores, estilos de vida e pontos de vista estão representados ou foram omitidos dessa mensagem?

5. Por que essa mensagem está sendo enviada?

Essas cinco perguntinhas não garantem nada, mas criam um estado de alerta para as armadilhas marqueteiras postas à nossa frente diariamente pelos profissionais de comunicação a serviço dos partidos e candidatos.

E, para finalizar, lembre-se sempre de Aparício Torelly, nosso Barão do Itararé:

Os vivos serão sempre, e cada vez mais, governados pelos mais vivos.