Artigos Café Brasil
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Transgredir é muito mais que pintar o rosto, urinar na ...

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Vem aí o Cafezinho
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Nasce nesta segunda, 4/9 o CAFEZINHO, podcast ...

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Educação adulta
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Preocupados demais com a educação de nossos filhos, ...

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O programa de hoje é uma homenagem a uns amigos ...

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Tolerância? Jura?
Fernando Lopes
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Engraçada essa tal “tolerância” que pregam por aí, por dois simples motivos: 1) é de mão única e 2) pretende tolher até o pensamento do indivíduo. Exagero? Não mesmo. Antes que algum ...

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Ensaio sobre a amizade
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“A gente só conhece bem as coisas que cativou. Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm ...

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Um reino que sente orgulho de seus líderes
Luiz Alberto Machado
Iscas Econômicas
Um reino que sente orgulho de seus líderes  Victoria e Abdul   Uma vez mais, num curto espaço de tempo, o cinema nos brinda com um filme baseado na história de uma destacada liderança britânica. ...

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O que aprendi com o câncer
Mauro Segura
Transformação
Esse é o texto mais importante que escrevi na vida. Na ponta da caneta havia um coração batendo forte. Todo o resto perto a importância perto do que vivemos ao longo desse ano.

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Cafezinho 27 – Planos ou esperanças
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Tem gente que, em vez de planos, só tem esperança.

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Cafezinho 26 – Brasil Futebol Clube
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Não dá para ganhar um jogo sem acreditar no time.

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Cafezinho 25 – Podres de mimados 2
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O culto do sentimento destrói a capacidade de pensar e ...

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Cafezinho 24 – Não brinco mais
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Pensei em não assistir mais, até perceber que só quem ...

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O teimoso

O teimoso

Luciano Pires -

Desde o começo da humanidade o homem se preocupa com a mediocridade, a estupidez e a idiotice. E muita gente importante dedicou horas de reflexão ao tema. Quer ver?

Voltaire disse: “A idiotice é uma doença extraordinária, não é o doente que sofre por ela, mas os outros.”

Kant disse: “Nunca discutas com um idiota. As pessoas podem não notar a diferença.”

Goethe disse: “Contra a estupidez, até os deuses lutam em vão.”

Albert Einstein disse: “Existem duas coisas infinitas: o Universo e a estupidez humana. Mas não tenho certeza sobre o universo.”

Sigmund Freud disse: “Existem duas maneiras de ser feliz nesta vida, uma é fazer-se de idiota e a outra é ser um idiota.”

Martin Luther King disse: “Nada no mundo é mais perigoso que a ignorância sincera e a estupidez minuciosa.”

O músico norte americano Anton Lavey disse: “É uma pena que a estupidez não doa.”

Mario Vargas Llosa disse: “Só um idiota pode ser totalmente feliz.”

O físico dinamarquês Niels Bohr disse: “Um idiota sempre encontra outro mais idiota que o admire.”

E não poderia faltar o nosso Nelson Rodrigues, que disse: “Outrora, os melhores pensavam pelos idiotas; hoje, os idiotas pensam pelos melhores. Criou-se uma situação realmente trágica: — ou o sujeito se submete ao idiota ou o idiota o extermina.”

A luta contra a mediocridade, a idiotice e a estupidez tem, portanto, um passado respeitável e um futuro interminável. Mas uma coisa aprendi: ser medíocre, idiota ou estúpido, é uma opção. Você pode muito bem passar a vida toda no meio do rebanho, indo para onde querem que você vá, fazendo o que os outros fazem, sem se preocupar em estar à frente, em levar a primeira porrada, em ser chamado de louco. Acredite, a maioria absoluta das pessoas é assim, e acho até que são felizes por serem assim.

Vivemos numa sociedade repleta de regras, de leis, de convenções. Temos que seguir essas leis, sim senhor, e isso nos obrigará, muitas vezes, a fazer aquilo que a manada faz, a seguir bovinamente o que o mestre mandar. Caso contrário quebraremos as leis e, talvez, as consequencias não valham a pena. O problema é se conformar com a ideia de que tudo tem que ser sempre assim.

O problema é se conformar.

Sei que para muita gente, a resignação bovina não serve, a vida é e pode ser mais que isso. Essas pessoas têm fogo no rabo, precisam se expressar, querem ser livres, provocar a diferença, moldar o mundo à si e não serem moldadas por ele. E o mais impressionante: sabem que essa é uma luta utópica e, mesmo assim, continuam. São teimosas.

Não posso induzir que ser um bovino resignado seja uma opção para você, apenas posso fazer uma dedução: se você lê e/ou ouve o Café Brasil, é grande a chance de que seja um daqueles inconformados, não é? O louco que quer mudar o mundo, sabe que não vai conseguir, mas teima assim mesmo?

Esse é você?

Seja bem-vindo. Ou bem-vinda!