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O jornal Folha de São Paulo publica um artigo feita por uma petista confessa: Ver aqui: https://www.facebook.com/carlos.nepomuceno/posts/10156853246303631 …sem nenhum fato, baseado em ...

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Na Dúvida

Na Dúvida

Luciano Pires -

Num artigo anterior escrevi sobre o problema da escolha diante de muitas opções. E eu dizia que temos dificuldades de lidar com a liberdade de escolha. A consciência dessa liberdade dá medo.

Pois bem, faltou comentar sobre uma curiosa atitude que está presente na maioria dos contatos profissionais que venho realizando com grandes empresas, agora como um mero fornecedor.

Converso, levanto informações, crio e envio um projeto. E então as pessoas desaparecem. E a cada nova tentativa de contato vem um previsível: “o projeto está sendo analisado.”

Mas que tanto analisam? E enquanto analisam a coisa fica empatada. Qual é o problema de dizer ”não queremos” ou “não nos serve” ou até mesmo um “não gostamos”? Qualquer retorno é melhor que nenhum. Mesmo uma negação é um alívio, pois abre caminho para que nossa energia seja focada em outras frentes.

Mas não. Não vem nem um sim, nem um não. Só um “estamos analisando”.

Sobre esse assunto,recebi um email interessante do amigo leitor Pedro Lanzoni, que me apresentou um conceito delicioso: a paralisia pela análise.

Escreveu o Pedro:

“…minha percepção no que tange ao desaparecimento acelerado daquilo que se pode qualificar como visão estratégica é a mesma que a sua.(…) Esses rapazes e moças poliglotas, recém-saídos de cursos de MBA, são extremamente eficientes em fazer coisas. Desde que alguém lhes diga o que fazer. Deixados à própria sorte para tomar decisões, ou não as tomam (há uma expressão que usávamos em outra empresa, onde trabalhei por muito tempo, para demonstrar a maneira pela qual projetos não avançavam – paralisis by analysis) ou quando as tomam fazem-nos sentir aquele arrepio na espinha que Napoleão também sentia quando se deparava com soldados com excesso de imaginação ou com generais sem imaginação alguma.”

Paralisia por análise, que delícia!

Em minhas palestras tenho batido naquilo que chamo de “a espiral destrutiva do pensamento””. Tudo começa com nosso repertório, que é a base para nossas reflexões, que são a base para nossas análises, julgamentos e escolhas. Um repertório fraco leva a reflexões tortas, que induzem a análises errôneas, julgamentos falhos e escolhas erradas. É este ciclo que precisa ser quebrado e o conceito da “paralisia por análise” cai como uma luva.

A falta de experiência (repertório) dessa moçada impetuosa e um medo terrível de correr riscos causam a paralisia pela análise. No afã de resolver o assunto, mais gente é colocada no processo: se é pra errar, que seja em conjunto. Assim a responsabilidade é compartilhada. E lá vem mais opiniões inseguras. Mais dados a serem analisados. E a dança em círculos torna-se perene, com as decisões sendo postergadas, os processos avolumando-se e “todo mundo ocupado demais”.

Essa armadilha precisa ser vencida por quem espera crescer profissional e pessoalmente. E para vencê-la não existe segredo: mais repertório e o exercício constante, diário, sistemático da re-fle-xão. Reflita antes de escrever aquele email. Reflita antes de fazer sua escolha. Reflita antes de abrir a boca naquela reunião. Mas jamais perca de vista que suas reflexões serão resultado de seu repertório.

E, quando estiver em dúvida, siga o conselho de Abrahan Lincoln, o ex- presidente dos Estados Unidos: “É melhor ficar calado e deixar que todos pensem que você é um idiota do que abrir a boca e acabar com a dúvida.”