Artigos Café Brasil
Educação adulta
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Preocupados demais com a educação de nossos filhos, ...

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É tudo soda
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Isca intelectual de Luciano Pires lembrando que ...

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A selhófrica da pleita
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Isca intelectual de Luciano Pires tratando do nonsense ...

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Freestyle
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Isca Intelectual de Luciano Pires dizendo que quando ...

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Café Brasil Curto 19 – Mudar por discurso?
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Aceitemos a luz. E paremos com essa bobagem do "sempre ...

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574 – Os agoristas
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Café Brasil 574 - Os agoristas. Vivemos no presente, ...

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Café Brasil Curto 18 – O problema são os outros
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Mude essa sua visão preconceituosa, desconfiada e ...

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Café Brasil Curto 17 – Cadê elas?
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Sem mulheres será muito difícil implementar as mudanças ...

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LíderCast 077 Waldey Sanchez
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LíderCast 077 – Waldey Sanches - Waldey Sanches é um ...

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LíderCast 076 Raquel e Leo Spencer
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LíderCast 076 – Raquel e Leo Spencer – A Raquel e o ...

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LíderCast 075 Renato Seraphin
LíderCast 075 Renato Seraphin
Renato Seraphin é presidente da Albaugh, uma empresa do ...

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LíderCast 074 Camila Achutti
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LíderCast 074 – Camila Achutti é uma jovem e muito bem ...

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Confraria Café Brasil
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A Confraria Café Brasil nasceu para conectar pessoas ...

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Videocast Nakata T02 10
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Videocast Nakata Temporada 02 Episódio 10 - Hábitos ...

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Videocast Nakata – T02 09
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Videocast Nakata - Temporada 02 Episódio 09 Quando ...

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Videocast Nakata T02 08
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Videocast Nakata Temporada 02 Episódio 08 Já falei ...

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Gente do bem
Tom Coelho
Sete Vidas
“Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem.” (Romanos, 12:21)   Em meio ao trânsito desordenado, um motorista gentilmente cede-me passagem. Visito um ex-professor na faculdade ...

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Homenagem aos Economistas 2017
Luiz Alberto Machado
Iscas Econômicas
Homenagem aos Economistas 2017 Memoráveis citações “Quando foi criada a Faculdade de Ciências Econômicas da USP, em 1945, eu decidi fazer Economia. Fiquei muito feliz com a Economia, me ajustei ...

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O incrível avanço da economia compartilhada
Luiz Alberto Machado
Iscas Econômicas
O incrível avanço da economia compartilhada  Possuir X Usar  “Todas essas relações já existiam há milhares de anos e vêm acontecendo desde então, mas tudo era feito de maneira informal. Hoje, o ...

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Reforma política? Só se for a minha.
Bruno Garschagen
Ciência Política
Isca intelectual de Bruno Garschagen que quer apresentar à sociedade sugestões do que pode ser alterado e começar, a partir daí, a deslocar a Janela de Overton.

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Em Quem We Trust

Em Quem We Trust

Luciano Pires -

A maior empresa de relações públicas do mundo, a estadunidense Edelman, elabora desde 1998 um índice de confiança, chamado de “Trust Barometer”. Anualmente ela entrevista mais de 3.000 formadores de opinião em 18 países. Os entrevistados possuem formação superior e idade entre 35 e 64 anos. Fazem parte dos 25% da população com maior renda familiar em seus países. A pesquisa recém apresentada baseou-se em entrevistas telefônicas de 30 minutos, realizadas em Outubro e Novembro de 2007, nos Estados Unidos, China, Reino Unido, Alemanha, França, Itália, Espanha, Holanda, Suécia, Polônia, Russia, Irlanda, México, Brasil, Canadá, Japão, Coréia do Sul e Índia.
A pesquisa quer saber em que as pessoas confiam. Geralmente os produtos e as empresas dos países emergentes despertam desconfiança e as companhias brasileiras ficaram na 15ª posição, somente diante das chinesas, mexicanas e russas. Na Polônia e na Irlanda, apenas 9% e 13% dos formadores de opinião têm uma imagem positiva de nossas empresas. Na Suécia e na Inglaterra, só19%. Nos Estados Unidos, 34%. Na União Européia, 20%. Na Ásia, 44%. Na América Latina estamos melhor, com um índice de confiança de 69%. Já no Brasil, 73% dos entrevistados acreditam nas empresas brasileiras, enquanto 88% confiam nas japonesas.
Imediatamente lembrei-me de uma pesquisa realizada por uma empresa global de propaganda no ano 2000. Foram cerca de 80 mil pessoas que nos Estados Unidos, Japão, França e Alemanha disseram que achavam que o Brasil era único, distante, divertido, amigável, diferente, dinâmico, que se destacava, avançado e tradicional. Que bom, não é? Mas a pesquisa perguntava também o que elas achavam que o Brasil não era. E elas disseram: atualizado, inovador, honesto, confiável, sincero, de alta qualidade, útil e arrogante. Acham que somos divertidos, mas não honestos…
Um colega, transferido para a Inglaterra na época, dizia que cada vez que um carregamento de peças importadas do Brasil chegava, dava frio no estômago. Sempre vinha algo em desacordo, mal arrumado, mal embalado, faltando ou sobrando partes, sem documentação…
Noutra ocasião um dos gringos presentes a uma reunião global colocou na tela um mapa mostrando o mundo dividido entre EUA, Europa e ROFA: Rest Of the xxxxing Area …
Globalização. Oito anos atrás o Brasil entrava nela de cabeça. E de lá para cá o que fizemos? Evoluímos em qualidade de produtos e processos; aumentamos as exportações; damos retorno aos investidores como pouquíssimos países. Como acontece na educação e na saúde, temos diversos indicadores quantitativos excelentes! Mas e os qualitativos?
Continuamos como grandes exportadores de “commodities”, que não têm marca. Nossas redes de televisão tiveram seus sinais espalhados para o mundo ajudando a fazer com que o Brasil do “Cidade Alerta”e do PCC ficasse mais conhecido. Milhares de imigrantes brasileiros mal preparados – ou simplesmente mal educados – contribuíram para uma percepção pouco respeitável de nossa gente lá fora. Fomos amadores, incompetentes e relaxados com nossa imagem no exterior. Nossas iniciativas em comunicação focam na natureza, nas praias e no carnaval. E são neutralizadas cada vez que um turista é assassinado em nossas cidades. E, para piorar, Lula e Cia colaram a imagem do Brasil a Fidel Castro, Hugo Chávez e uns africanos cujos nomes não sabemos, numa mistura venenosa de ideologia com negócios…  O resultado está na pesquisa da Edelman.
Você faria negócios com alguém divertido, mas não confiável?
Nem eu.