Artigos Café Brasil
Síntese de indicadores sociais 2016 do IBGE
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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - ...

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Silvio Santos, Zé Celso e o Oficina
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Uma reunião para ser objeto de estudo em qualquer aula ...

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#TransgressaoEhIsso
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Transgredir é muito mais que pintar o rosto, urinar na ...

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Vem aí o Cafezinho
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Nasce nesta segunda, 4/9 o CAFEZINHO, podcast ...

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610 – Abre-te Sésamo
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Abre-te Sésamo é a frase mágica do conto de Ali-Babá e ...

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609 – As leis
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No Fórum da Liberdade que aconteceu em abril de 2018 em ...

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Jordan Peterson é psicólogo clínico, crítico cultural e ...

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607 – Uma Guerreira
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Este programa reproduz na íntegra o LíderCast 100, pois ...

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LíderCast 105 - Hoje conversamos com Jeison Arenhardt, ...

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LíderCast 104 – Odayr Baptista
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LíderCast 103 – Ivan Witt
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Hoje conversamos com Ivan Witt, um executivo brasileiro ...

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Com Paulo Cruz, professor, pensador, voz dissonante da ...

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Confraria Café Brasil
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A Confraria Café Brasil nasceu para conectar pessoas ...

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Videocast Nakata T02 10
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O Ibope e a caricatura do conservadorismo
Bruno Garschagen
Ciência Política
Essa pesquisa que mede o grau de conservadorismo da sociedade brasileira é das coisas mais estúpidas que o Ibope já fez.

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A nova onda
Fernando Lopes
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A vitrine acima é um quadro de uma animação de Mauricio Ricardo em https://www.youtube.com/watch?v=j7GJT3jALx4 A moda agora é “ter lado” sobre o vídeo de Gleisi Hoffman – que só é senadora ...

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A Copa do Mundo Socioeconômica
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Iscas Econômicas
A Copa do Mundo Socioeconômica[1] Considerações preliminares No próximo dia 14 de junho terá início a 21ª edição da Copa do Mundo da FIFA (Fedération Internationale de Football Association), um ...

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As 50 empresas mais inovadoras do mundo
Mauro Segura
Transformação
Saiu a edição 2018 do estudo "As 50 empresas mais inovadoras do mundo" do BCG, que apresenta os principais movimentos que grandes organizações estão fazendo para inovar e impactar a sociedade.

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Cafezinho 65 – A burrice
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Qualquer semelhança com gente que você conhece é pura ...

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Cafezinho 64 – Outra piada
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O caso do triplex no Guarujá começou em setembro de ...

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Cafezinho 63 – Sai fora
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As pessoas com as quais você anda, as fontes das quais ...

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Cafezinho 62 – Dona Terezinha
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Aos domingos à tarde, a companhia da dona Terezinha de ...

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Em Quem We Trust

Em Quem We Trust

Luciano Pires -

A maior empresa de relações públicas do mundo, a estadunidense Edelman, elabora desde 1998 um índice de confiança, chamado de “Trust Barometer”. Anualmente ela entrevista mais de 3.000 formadores de opinião em 18 países. Os entrevistados possuem formação superior e idade entre 35 e 64 anos. Fazem parte dos 25% da população com maior renda familiar em seus países. A pesquisa recém apresentada baseou-se em entrevistas telefônicas de 30 minutos, realizadas em Outubro e Novembro de 2007, nos Estados Unidos, China, Reino Unido, Alemanha, França, Itália, Espanha, Holanda, Suécia, Polônia, Russia, Irlanda, México, Brasil, Canadá, Japão, Coréia do Sul e Índia.
A pesquisa quer saber em que as pessoas confiam. Geralmente os produtos e as empresas dos países emergentes despertam desconfiança e as companhias brasileiras ficaram na 15ª posição, somente diante das chinesas, mexicanas e russas. Na Polônia e na Irlanda, apenas 9% e 13% dos formadores de opinião têm uma imagem positiva de nossas empresas. Na Suécia e na Inglaterra, só19%. Nos Estados Unidos, 34%. Na União Européia, 20%. Na Ásia, 44%. Na América Latina estamos melhor, com um índice de confiança de 69%. Já no Brasil, 73% dos entrevistados acreditam nas empresas brasileiras, enquanto 88% confiam nas japonesas.
Imediatamente lembrei-me de uma pesquisa realizada por uma empresa global de propaganda no ano 2000. Foram cerca de 80 mil pessoas que nos Estados Unidos, Japão, França e Alemanha disseram que achavam que o Brasil era único, distante, divertido, amigável, diferente, dinâmico, que se destacava, avançado e tradicional. Que bom, não é? Mas a pesquisa perguntava também o que elas achavam que o Brasil não era. E elas disseram: atualizado, inovador, honesto, confiável, sincero, de alta qualidade, útil e arrogante. Acham que somos divertidos, mas não honestos…
Um colega, transferido para a Inglaterra na época, dizia que cada vez que um carregamento de peças importadas do Brasil chegava, dava frio no estômago. Sempre vinha algo em desacordo, mal arrumado, mal embalado, faltando ou sobrando partes, sem documentação…
Noutra ocasião um dos gringos presentes a uma reunião global colocou na tela um mapa mostrando o mundo dividido entre EUA, Europa e ROFA: Rest Of the xxxxing Area …
Globalização. Oito anos atrás o Brasil entrava nela de cabeça. E de lá para cá o que fizemos? Evoluímos em qualidade de produtos e processos; aumentamos as exportações; damos retorno aos investidores como pouquíssimos países. Como acontece na educação e na saúde, temos diversos indicadores quantitativos excelentes! Mas e os qualitativos?
Continuamos como grandes exportadores de “commodities”, que não têm marca. Nossas redes de televisão tiveram seus sinais espalhados para o mundo ajudando a fazer com que o Brasil do “Cidade Alerta”e do PCC ficasse mais conhecido. Milhares de imigrantes brasileiros mal preparados – ou simplesmente mal educados – contribuíram para uma percepção pouco respeitável de nossa gente lá fora. Fomos amadores, incompetentes e relaxados com nossa imagem no exterior. Nossas iniciativas em comunicação focam na natureza, nas praias e no carnaval. E são neutralizadas cada vez que um turista é assassinado em nossas cidades. E, para piorar, Lula e Cia colaram a imagem do Brasil a Fidel Castro, Hugo Chávez e uns africanos cujos nomes não sabemos, numa mistura venenosa de ideologia com negócios…  O resultado está na pesquisa da Edelman.
Você faria negócios com alguém divertido, mas não confiável?
Nem eu.