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Luciano Pires -

Em minha palestra Liderança Nutritiva, abordo a questão da coragem de correr riscos. Afinal, a vida é feita de escolhas e cada uma traz o risco de escolher e o de não escolher. E como é difícil lidar com o medo de correr riscos!

Ao longo da vida adotei algumas atitudes para enfrentá-los, talvez você tenha adotado algo parecido. É assim que faço:

Primeiro aprendi a avaliar as probabilidades de cada risco. Cada escolha feita nunca vem com apenas um risco, seja ele dor, infelicidade, vergonha, fracasso, prejuízo ou morte. Identificar a probabilidade de que cada uma dessas coisas aconteça é um desafio, temos de reunir informações, que dificilmente são suficientes ou confiáveis. Quando não as temos, o melhor a fazer é perguntar para quem já passou por situação semelhante, mesmo que o contexto não tenha sido exatamente o mesmo. Lembre-se, a intenção é reunir o maior número possível de informações. Depois é olhar para aquilo tudo e fazer uma estimativa: qual a chance daquelas coisas acontecerem com você? Você vai ter de confiar em sua intuição e o mais legal é que ela – a intuição – melhora com a experiência.

Aí vem a identificação da importância de cada risco, o que é outra encrenca, pois a importância é subjetiva e objetiva, relativa e absoluta. Parece coisa de louco, não é? Mas veja só: cada pessoa tem um nível diferente de tolerância ao risco, o que torna a importância do risco subjetiva. O que é arriscado para mim pode não ser para você.

A importância é objetiva também, pois vários riscos já foram estudados e conhecemos suas consequências. Por exemplo, dirigir depois de beber. A gente sabe onde isso pode dar.

A importância é relativa pois dependendo do contexto, os benefícios podem ser maiores ou menores que o risco.

Por fim, a importância do risco é absoluta, pois há momentos em que o risco é totalmente inaceitável. Por exemplo, um benefício que para ser obtido coloca a vida de outra pessoa em risco. Isso é absolutamente não aceitável.

Compare sua tolerância pessoal a riscos com a objetividade ou subjetividade do risco que você vai assumir. Compare esse risco com outras situações de risco pelas quais você passou. O risco é maior ou menor? Por exemplo, conforme um estudo do Conselho Nacional de Segurança nos Estados Unidos, a chance de morrer num acidente de trânsito é de 1 em 85. A chance de morrer num acidente de avião é de 1 em 5862. Tem sentido para mim, que dirijo todo dia, ter medo de voar de avião?

Entendeu o jogo? Quando você se vê paralisad diante de um risco, pode ajudar saber que esse risco é muito menor do que outros que você corre todo dia.

Depois, compare o risco com os benefícios. São os benefícios que impulsionam a tolerância ao risco. Mas é importante comparar não apenas o risco de fazer esta ou aquela escolha, mas o de não fazê-la. Se você não aceitar aquele cargo, vai perder o quê? Se você não aceitar fazer o investimento, vai acontecer o quê? Foi isso que me fez assumir o risco de investir no Estúdio do Café Brasil neste ano de crise. Surgiu uma oportunidade e se eu não fizesse o investimento naquele momento, perderia a chance e teria de investir muito mais no futuro. Mas eu não tinha o dinheiro! Bem, aí vem a decisão de correr o risco. Empresta do banco, vende o carro, usa o cheque especial, entra numa sinuca, mas faz.

E quer saber? Não me arrependo nem um pouco.

Correr riscos consciente, racional e inteligentemente, esse é meu lema.

Não é fácil.

Mas a alternativa é muito arriscada.