Artigos Café Brasil
Produtividade Antifrágil
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PRODUTIVIDADE ANTIFRÁGIL vem para provocar você a rever ...

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Cafezinho Live
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Luciano Pires, criador e apresentador dos podcasts Café ...

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Me Engana Que Eu Gosto
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Me engana que eu gosto: dois meio brasis jamais somarão ...

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Tá chegando o Podcast Café Brasil 700!
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Café Brasil 719 – Licença poética
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Café Brasil 718 – No lugar do outro
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LíderCast 201 – Marco Piquini
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Minuto da Produtividade 4 – Registre os pensamentos e ideias
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Minuto da Produtividade 3 – Livre-se do lixo
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Minuto da Produtividade 2 – Desenvolva sua própria pegada produtiva
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Desenvolva a sua própria pegada produtiva!

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Minuto da Produtividade 1 – A arte de dizer não!
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A atualidade de Malthus
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A atualidade de Thomas Malthus “O famoso contraste que Malthus estabeleceu entre as duas espécies de progressões – o aumento geométrico da população e o crescimento aritmético da produção de ...

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QI, educação e literatura
Gustavo Bertoche
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O QI médio em praticamente todos os países do mundo cresceu muito nos últimos 100 anos.   Na Alemanha e nos EUA, o crescimento do QI médio foi de mais de 30 pontos. No Quênia e na Argentina, foi ...

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Perfeccionismo só é defeito quando mal utilizado
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Ao ser questionada sobre quais são seus defeitos, muita gente coloca, envergonhadamente, o perfeccionismo como um dos mais tóxicos, como está na moda dizer. Muitos, inclusive, culpam este ...

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A economia criativa pode ser essencial para o pós-pandemia?
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A economia criativa pode ser essencial para o pós-pandemia? “… as crises econômicas inevitavelmente dão origem a períodos críticos em que uma economia é refeita para que possa recuperar-se ...

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Cafezinho 285 – O Buraco Negro
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Cafezinho 284 – A polarização de araque
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Coisa de Corinthiano

Coisa de Corinthiano

Luciano Pires -

Aproveitando a conquista invicta da Libertadores, o texto de hoje relata uma experiência inesquecível para quem ama o futebol.

Campeonato Brasileiro de 1999. Meu Coringão vai jogar contra o São Paulo no Morumbi, jogaço que eu estava louco pra assistir. Um amigo – sãopaulino – disse que conseguiria dois ingressos de camarote para eu assistir ao jogo. É lógico que eu topei. Mas havia um problema: era no camarote oficial do São Paulo, no meio dos cartolas. Eu, corinthiano, estaria rodeado dos mais fanáticos sãopaulinos e não poderia dar um pio, sob pena de ser linchado. Achei melhor não ir, mas depois, pensando bem e diante da perspectiva de um jogão de bola, topei.

Convidei um amigo, outro corinthiano roxo, e lá fomos os dois. Mordomia total, estacionei o carro debaixo da arquibancada e subimos para o camarote para dar de cara com centenas de sãopaulinos fanáticos se preparando para o jogo. E eu e meu amigo, na moita. Fomos entrando sem dar bandeira, preocupados que alguém achasse que tínhamos cara de corinthianos e nos acomodamos, quietinhos. Do outro lado dos vidros, milhares de corinthianos xingando quem estava dentro do camarote, eu e meu amigo inclusive. Não tinha como dizer pra eles que nós éramos os mocinhos… E começa o jogo, nós dois nos policiando para não dar bandeira. Nenhum movimento brusco, nenhuma encarada, só olhando pro campo e torcendo em silêncio, até que aos 23 minutos, Nenê marca o primeiro gol do Corinthians! Olhamos um para o outro discretamente, com um sorriso mental… e a corinthianada furiosa do lado de fora esmurrando o vidro do camarote. Seis minutos depois Raí marca para o São Paulo e o camarote explode. Eu e meu amigo fingimos que comemoramos…

Três minutos depois, Ricardinho marca o segundo do Timão. E eu comecei a suar frio, reprimindo o berro. Meu amigo idem. No final do primeiro tempo Jorginho, de cabeça, empata para o São Paulo. Com 2 x 2, no intervalo fomos ao banheiro aliviar a tensão. Que loucura…

Começa o segundo tempo, tenso, e aos 7 minutos Marcelinho cobra uma falta e coloca o Timão à frente: 3 x 2. A torcida vai à loucura e os corinthianos começam a escalar o vidro do camarote, falando palavrões que eu não conhecia. Os sãopaulinos emputecidos e eu e meu amigo explodindo por dentro!

E então acontece… Aos 17 minutos do segundo tempo, pênalti para o São Paulo. O camarote enlouquece. Raí coloca a bola na marca e prepara-se para chutar. Eu tento fechar os olhos, mas não dá. Ele chuta! E o goleiro do Corinthians, Dida, defende… Uma gritaria imensa, com os olhos esbugalhados olho pro meu amigo, que também esbugalhado me olha. Os dois suavam, os músculos do pescoço tensos, um grito amarrado na garganta!! Continua o jogo, na pressão, e pronto! Outra vez! Aos 45 minutos do segundo tempo, outro pênalti para o São Paulo. O camarote vai à loucura! Novamente, Raí coloca a bola na marca e faz aquela pose característica com as mãos à cintura. Silêncio mortal. Raí corre para a bola, chuta e o Dida defende de novo!

Meu amigo não suporta, levanta e grita:

– Mas que filho da puta!

Até hoje os sãopaulinos tem certeza que ele estava xingando o Dida…

Luciano Pires

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Veja em 10 minutos o que é um jogo de futebol de verdade