Artigos Café Brasil
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Uma reunião para ser objeto de estudo em qualquer aula ...

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#TransgressaoEhIsso
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Transgredir é muito mais que pintar o rosto, urinar na ...

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Nasce nesta segunda, 4/9 o CAFEZINHO, podcast ...

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Preocupados demais com a educação de nossos filhos, ...

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O programa de hoje é uma homenagem a uns amigos ...

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Tolerância? Jura?
Fernando Lopes
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Engraçada essa tal “tolerância” que pregam por aí, por dois simples motivos: 1) é de mão única e 2) pretende tolher até o pensamento do indivíduo. Exagero? Não mesmo. Antes que algum ...

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Ensaio sobre a amizade
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“A gente só conhece bem as coisas que cativou. Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm ...

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Um reino que sente orgulho de seus líderes
Luiz Alberto Machado
Iscas Econômicas
Um reino que sente orgulho de seus líderes  Victoria e Abdul   Uma vez mais, num curto espaço de tempo, o cinema nos brinda com um filme baseado na história de uma destacada liderança britânica. ...

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O que aprendi com o câncer
Mauro Segura
Transformação
Esse é o texto mais importante que escrevi na vida. Na ponta da caneta havia um coração batendo forte. Todo o resto perto a importância perto do que vivemos ao longo desse ano.

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Cafezinho 27 – Planos ou esperanças
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Tem gente que, em vez de planos, só tem esperança.

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Cafezinho 26 – Brasil Futebol Clube
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Não dá para ganhar um jogo sem acreditar no time.

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Cafezinho 25 – Podres de mimados 2
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O culto do sentimento destrói a capacidade de pensar e ...

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Cafezinho 24 – Não brinco mais
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Pensei em não assistir mais, até perceber que só quem ...

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Clima Fervente

Clima Fervente

Luciano Pires -

As conseqüências do aquecimento global aparecem no Ártico como em nenhum outro lugar no mundo. A diminuição da camada de gelo que cobre o oceano é visível, com conseqüências sobre a fauna da região e sobre nosso futuro. Foi isso que vi em minha viagem ao Pólo Norte.

Um relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas divulgado em 2007 pintou um quadro sombrio para o futuro da humanidade, com fome e falta d´água. E a mídia fez a festa do apocalipse, com capas e mais capas, reportagens e mais reportagens. Mas a discussão sobre o aquecimento global deixou de ser, há muito tempo, uma discussão científica. Virou puramente ideológica.
Nos anos 1970, o grande problema era o esfriamento global e a perspectiva de uma nova era glacial. Um relatório da Academia Nacional de Ciência levou a revista Science a concluir em 1975 que uma longa “era glacial é uma possibilidade real”. De acordo com a edição de abril de 1975 da revista Newsweek, “o clima da terra parece estar se resfriando”. E toma capa, reportagens e mais reportagens. Na edição de fevereiro de 1973 da Science Digest saiu escrito que “quando o congelamento começar, será muito tarde”.

Não sei não… Lembram-se de quando apareceu o vírus Ebola na África? Meu filho tinha uns dez anos e veio me perguntar apavorado sobre a epidemia que prometia arrasar a humanidade. Quase duas décadas depois, cadê o Ebola? E o Bug do Milênio? Agora é a vez da Gripe Aviária. Do fim do mundo pela alta de preços dos alimentos. E no Brasil, é vez da Febre Amarela e a Dengue. Pois é… De catástrofe em catástrofe a indústria do pânico vai faturando com nossos sustos

Aqui preciso de uma pausa antes que os ecoxiitas queimem meu computador. Não questiono as ameaças que o homem representa ao meio ambiente. Esse problema é de estupidez. Somos estúpidos, por isso maltratamos o meio ambiente. O supereducado executivo da multinacional que joga toneladas de lixo na baía da Guanabara é estúpido. O pobre miserável que joga o sofá velho no rio Pinheiros é estúpido. E estupidez não se resolve apenas com dinheiro e educação. É preciso que leis sejam cumpridas.

Mas o que de fato me incomoda é a forma como a mídia trata esses temas.
A mídia vive do torto. O direito não dá manchete. A mídia disputa um artigo cada vez mais raro: nossa atenção. Sem nossa atenção, ela não tem nada para alugar aos seus anunciantes. Mas nossa atenção está ficando escassa. Tem gente demais brigando por ela. A família. A propaganda. A internet. A escola. A leitura… Portanto a mídia precisa cada vez mais do torto. E quanto mais torto, melhor.
Esse tratamento de tintas fortes agrada sobretudo aos que têm interesses ideológicos e mercantilistas. Como explicar o bombardeio de críticas ambientais contra os Estados Unidos enquanto ninguém fala da China, de longe o maior poluidor do planeta? E a Índia? É fácil perceber que o aquecimento global transformou-se numa arma contra o “capitalismo selvagem”.

O aspecto positivo dessa discussão é que ela educa as pessoas a tratar melhor o planeta, repensar suas práticas, condenar os predadores da natureza. A fazer pressões que ajudarão a evitar que o mundo acabe em churrasco. Mas… A que preço, hein?
A sanha da mídia nos deixa preocupadíssimos com a ameaça do fogo do sol, enquanto morremos pela fumaça desse seu pequeno e desimportante cigarrinho…
O futuro da humanidade não está no aquecimento global.
Está em suas mãos.