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Trivium: Capítulo 3 – Morfologia Sincategoremática (parte 6)
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Vilmoteca
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Ser músico e ter viajado por esse imenso Brasil são dádivas que agradeço todo dia ao Papai do Céu! Ter colecionado experiências e conhecido os mais variados tipos de malucos acabaram fazendo de ...

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Trivium: Capítulo 3 – Palavras Atributivas: verbos, advérbios e adjetivos (parte 5)
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Continuando a tratar de VERBOS, irei expor agora sobre as classes de verbos:   TRANSITIVOS: aqueles que expressam uma ação que começa no sujeito (agente) e “vai até” (trans + ire) o objeto ...

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Sem enredo
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Ainda bem que o U2 pegou um avião e foi pra puta-que-pariu! Eu já não aguentava mais, cara! Te juro que se eu visse o Bono Vox mais uma vez no Jornal Nacional ou na droga de um palanque qualquer ...

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Cafezinho 228 – O medo permanente
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Cafezinho 225 – O Meu Everest
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Nos livros, isso tem o nome de planejamento estratégico.

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As Quedas

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Luciano Pires -

Caiu o Corinthians. Foi pra segunda divisão do campeonato! Que emocionantes as cenas da torcida gritando mesmo após o final do jogo. Vários brutamontes tatuados chorando convulsivamente enquanto os jogadores saíam de campo. Se fossem os jogadores do Corinthians que eu aprendi a admirar nos anos setenta, oitenta e noventa, eu teria certeza de que estariam envergonhados. Hoje não sei mais. Naquele Corinthians que aprendi a amar, jogador perna-de-pau que erra passe de três metros não durava muito tempo. Era colocado pra fora pelos próprios companheiros. Hoje, além de permanecer no time ainda dá entrevista na televisão… Que coisa mais melancólica… O meu Coringão caiu. E o que vimos nesse Campeonato Brasileiro foi o exemplo acabado de dois Brasis. De um lado, a elite representada pelo São Paulo campeão, time coerente, com planejamento profissional e objetivos de longo prazo. De outro, o Corinthians. O time da bagunça, do amadorismo, da politicagem e desonestidade. Meu Timão mereceu cair.
Vamos analisar a queda? O time é uma porcaria, os jogadores são pernas-de-pau, o técnico não resolve, a direção é amadora e o planejamento não existe. O Corinthians tinha que cair. Mas o Corinthians não podia cair. Sem ele o campeonato perde a graça, a nação corinthiana fica desmotivada, os jogos perdem o interesse, reduz-se a quantidade de dinheiro aplicado ao campeonato, cai a audiência da televisão. O Corinthians não podia cair.
Fez-se justiça. Fez-se a desgraça.


Caiu a CPMF. As cenas dos políticos tentando defender ou derrubar o imposto sobre os cheques foram ridículas. Argumentos populistas, rasos, falsos. Chantagens, ameaças, mentiras e manipulações. A discussão foi totalmente política e em alguns momentos me senti ofendido. Pensam que sou idiota. Como no momento em que o presidente recém-eleito para o Senado foi chamado às pressas para uma audiência com Lula. Os assessores argumentaram que a razão era “o desejo do Presidente de cumprimentar o recém-eleito”. Não era pra falar da CPMF. Sei.
Vamos analisar a queda. A CPMF é uma excrescência, um imposto disfarçado de “contribuição”, que incide diversas vezes sobre a cadeia produtiva, que penaliza os ricos, os remediados e os pobres, que teve sua nobre intenção inicial desvirtuada, que de “provisório” não tem nada. Um imposto criado para uma situação de emergência que se perpetua, amparada na incompetência do governo em determinar prioridades, criar planos robustos e manter disciplina na execução. A CPMF tinha que cair.
Mas a CPMF não podia cair. Era um imposto com sistema de arrecadação eficiente, imune à corrupção, barato, praticamente à prova de sonegação. O dinheiro que ela arrecadava ajudava o combalido sistema de saúde brasileiro. E agora os caras vão arranjar outro bolso onde meter a mão. Outro bolso meu e seu, logicamente.
Fez-se justiça. Fez-se a desgraça.


As quedas da CPMF e do Corinthians são sintomas de um Brasil confuso. Um Brasil onde a justiça traz desgraças.
Algo vai mal, no país tropical.