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Ano Novo, Vida Velha

Ano Novo, Vida Velha

Luciano Pires -

Eu queria começar o ano com um texto diferente. Algo motivador. Pensei em escrever sobre política, mas começamos o ano com uma sacanagem, o aumento de impostos feito no escurinho… E não é mole agüentar o Mantega dizendo que “o presidente prometeu que não aumentaria em 2007. Estamos aumentando em 2008”… Nada mudou. Continuam me tratando como idiota. Ano novo não existe! É só uma convenção dos homens para medir a passagem do tempo. Tudo que existia até dezembro do ano passado continua existindo em janeiro deste ano.
Mas para a maioria das pessoas, ano novo é vida nova! Hora dos planos!
Então vamos lá. To na praia descansando, mas vou no clima…


Este ano você vai emagrecer? Vai parar de fumar? Mudar de emprego? Vai casar? Ter um filho? Trocar de carro? Curar a dor nas costas? Vai abrir sua empresa? Vai fazer as pazes com seu pai? Vai?


Albert Einstein disse que “Não podemos resolver problemas usando o mesmo tipo de pensamento que usamos quando os criamos”.
 
O mundo continua igual este ano ao que era no ano passado. Seu chefe mal humorado é o mesmo. Seu colega que quer te dar aquela rasteira também continua lá. A morena que não te dá bola continuará não dando. Aquela dívida que não termina, ainda tem que ser paga… Os mesmos problemas te esperam e você não vai resolver nenhum deles pensando como pensava no ano passado, sacou? 


Os mais simplórios acharão que falo sobre mudança de hábitos. Não. Estou falando sobre mudar o pensamento. Os hábitos mudam como conseqüência.


Vamos então à nossa sessão auto-ajuda de começo de ano? Usarei a Fórmula da Inovação, a mesma que apresento em minha palestra, que é um roteiro para planejamento estratégico. Mas que trata principalmente de comportamento e de expectativas. É um exercício de reflexão. Se for bem feito, ajuda a mudar o pensamento. E, quem sabe, te facilita partir para a ação. Usarei como exemplo a necessidade de emagrecer. Veja se serve pra você.


Nosso roteirinho básico começa listando suas inconveniências atuais. Você tá gordo? Quão gordo? Tá incomodado? Quais são os inconvenientes de continuar gordo? Dor nas costas? Roupas que não servem mais? Cansaço? Feiúra? Dores nos pés? Risco de enfarte? Ser motivo de piada? Virar ponto de referência? Se você não tem claros esses inconvenientes, não há motivação pra mudar.
Em seguida pense na vantagem futura da mudança. Se você emagrecer, o que vai melhorar em sua vida? O que essa melhora representará em termos que qualidade de vida para você? Quanto mais vantagens você achar, mais motivação para mudar terá.
E então você tem que refletir sobre os riscos. Quais são os riscos que terá que correr pra emagrecer? Ir pra academia às seis da manhã? Parar de tomar chope? Deixar de comer chocolate? São riscos aceitáveis? Se não são, eles reduzirão sua iniciativa para a mudança. O que é que dá pra fazer para reduzi-los? Mudar o horário da academia? Mudar de academia? Arrumar uma companhia?
E então você deve começar a comemorar as pequenas vitórias. Passado um mês, emagreceu um quilo! No mês seguinte, outro quilo! No terceiro mês, sente-se muito bem. No quarto mês, sumiu a barriguinha! Dorme melhor! A calça antiga serviu! Cada uma dessas pequenas vitórias é um multiplicador para sua intenção de mudança. Reforça a crença de que o esforço está dando resultados. Cala a boca dos urubus, que dirão que não vai dar certo. Recompensa quem se entrega ao desafio.
 
E o velho truque é largar os objetivos genéricos, tipo “vou emagrecer”, para focar em algo mais quantificável, mensurável. Emagrecer quanto? Em quanto tempo? Esse é o segredo: metas alcançáveis, com prazo para acontecer. Pequenos truques que aprendemos no universo profissional e que podem dar muito certo no plano pessoal.


Então bem-vindo a 2008. E guarde uma perguntinha:


– Todo ano o ano muda. E sua cabeça, muda também?