Artigos Café Brasil
Produtividade Antifrágil
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PRODUTIVIDADE ANTIFRÁGIL vem para provocar você a rever ...

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Luciano Pires, criador e apresentador dos podcasts Café ...

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Me Engana Que Eu Gosto
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Me engana que eu gosto: dois meio brasis jamais somarão ...

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Tá chegando o Podcast Café Brasil 700!
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Café Brasil 718 – No lugar do outro
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Minuto da Produtividade 3 – Livre-se do lixo
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Minuto da Produtividade 2 – Desenvolva sua própria pegada produtiva
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Minuto da Produtividade 1 – A arte de dizer não!
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A atualidade de Malthus
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A atualidade de Thomas Malthus “O famoso contraste que Malthus estabeleceu entre as duas espécies de progressões – o aumento geométrico da população e o crescimento aritmético da produção de ...

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QI, educação e literatura
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O QI médio em praticamente todos os países do mundo cresceu muito nos últimos 100 anos.   Na Alemanha e nos EUA, o crescimento do QI médio foi de mais de 30 pontos. No Quênia e na Argentina, foi ...

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Cafezinho 285 – O Buraco Negro
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Cafezinho 284 – A polarização de araque
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A Cultura da Banalidade

A Cultura da Banalidade

Luciano Pires -

A afilhada de Rita Cadillac, Cléo Cadillac, será capa da revista Sexy Especial de maio de 2009.”  Esse era o título de uma das dezenas de mensagens de assessorias de imprensa que recebo diariamente. E chega cada coisa…  Existe uma indústria focada no desenvolvimento de conteúdo banal para a imprensa. São fofocas sobre celebridades, tipo: “Fulano de tal faz compras em Punta Del Leste”. “Cicrana leva a filha para tomar sorvete”. “Beltrano troca beijos com desconhecida”… E assim vai. São dezenas de releases diários que – acreditem – são aproveitados por jornais, revistas e blogs dedicados à cultura do banal.

Pois comecei a colecionar esses releases. E fico imaginando um profissional de jornalismo pesquisando e redigindo essas coisas. Será que ele sente que seu trabalho é uma banalidade? Mas se tem gente que compra, o jornalista está apenas cumprindo sua missão, um trabalho honesto como outro qualquer. E dá-lhe banalidade…

O ensaio fotográfico com a Cléo Cadillac foi realizado em uma loja de carros antigos, tendo como destaque um cadillac modelo 74. Foi o primeiro ensaio nu da dançarina, que colocou silicone, fez lipoaspiração e – atenção –  aumentou o bumbum, que passou de 102 para expressivos 122 centímetros! Cléo quer ser a celebridade com o maior bumbum do Brasil. Muito bem. Não sei o que vocês acham, mas pra mim não existe bumbum com 122 centímetros. Com essa metragem é bunda mesmo. Ou lordo, como diz meu pai lá em Bauru. A moça apresenta-se como afilhada da ex-chacrete e atriz pornô Rita Cadillac. Afilhado não é parente, portanto não existe nenhum ascendente genético que explique a abundância. Pouco tempo atrás estourou na mídia a Mulher Melancia, uma dançarina de funk que também tem uma senhora bunda. A Melancia acabou na capa da Playboy, um sucesso estrondoso. Agora vem a Cléo Cadillac. É curiosa essa fixação que nós, brasileiros, temos pela bunda. Mas já escrevi a respeito, quem se lembra?

Não sei não… É implicância minha ou o nivelamento por baixo do repertório cultural dos brasileiros, tem relação com isso? Musiquinhas sem vergonha, pagodeiros de acrílico, sertanejo corno, livrinhos de auto-ajuda, baixarias na televisão… Uma corrente de estudiosos garante que a indústria não induziu o consumo da banalidade, mas nasceu da necessidade, do clamor popular. O povo gosta de baixaria, dá audiência para a baixaria, pede baixaria. Desde que comecei meu combate pela despocotização do Brasil afirmo que o povo, tendo opção, não quer consumir a baixaria. Mas estou começando a mudar de opinião. O povo não é tão ingênuo assim, gosta mesmo é de sacanagem…

Pois quer saber? Acho até que isso é lógico. Se essas porcarias não desenvolvem o cérebro devem estar desenvolvendo as bundas.